Wovenhand

Final RGB_blog_felizardo copyWOVENHAND + FILIPE FELIZARDO
4-05-2017, QUINTA
HARD CLUB, PORTO
PORTAS 21:00
FILIPE FELIZARDO 21:45
WOVENHAND 22:30
Evento Facebook

WOVENHAND + FILIPE FELIZARDO
5-05-2017, SEXTA
RCA CLUB, LISBOA
PORTAS 21:00
FILIPE FELIZARDO 21:45
WOVENHAND 22:30
Evento Facebook

BILHETES ONLINE NA AMPLISTORE:
17€ – limitado aos primeiros 100 ESGOTADO
22€ – até ao dia do concerto
BILHETES NAS LOJAS:
22€ – preço único
Porto: Hard Club, Louie Louie, Piranha, Black Mamba e Bunker Store.
Lisboa: RCA Club, Flur, Glamorama e Vinilexperience.

simon-skreddernes-david

É com intensidade e honestidade incontidas que David Eugene Edwards, líder dos Wovenhand durante a última década e meia, junta à música a busca pela transcendência espiritual. Numa metamorfose constante que, a partir dos terrenos introspectivos da alt-country e do folk (à imagem dos 16 Horsepower, o anterior veículo de expressão de David Eugene), abriu também caminho através da visceralidade terrena do rock n’ roll e de outras sonoridades mais abrasivas – recorde-se a adição dos Wovenhand à família Deathwish Inc., pertença de Jacob Bannon dos Converge, para o lançamento de Refractory Obdurate, em 2014 – os Wovenhand celebram, em partes iguais, tanto a luz como a treva, tanto a redenção como a condenação.
É com o novo álbum Star Treatment – desta feita com o selo Sargent House – em mãos, e já três anos volvidos após a assombrosa passagem pela edição de 2014 do Amplifest, que os Wovenhand estão de volta a Portugal; o reencontro faz-se em dose dupla, no Hard Club (Porto) e no RCA Club (Lisboa) a 4 e 5 de Maio, respectivamente.

It is with unbridled intensity and honesty that David Eugene Edwards, Wovenhand’s mastermind for the last decade and a half, combines his music with his search for spiritual transcendence. In a constant journey that started from the alt-country and folk’s introspective landscapes (at the image of the 16 Horsepower, David Eugene’s former band) and also made way through the raw power of rock n ‘roll and other, even more abrasive, expressions – note Wovenhand’s addition to the roster of Deathwish Inc., owned by Jacob Bannon of Converge, for the release of Refractory Obdurate in 2014 –, Wovenhand celebrates in equal parts both light and darkness, redemption and damnation.
Presenting the new album Star Treatment – released by Sargent House –, and three years after the astonishing show at Amplifest 2014, Wovenhand are finally set to return to Portugal; the shows will take place at Hard Club (Porto) and RCA Club (Lisbon) on May 4th and 5th, respectively.

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António Júlio Duarte

António Júlio Duarte

As primeiras partes, em ambas as datas, sairão das mãos e das seis cordas da guitarra de Filipe Felizardo. Um dos mais conceituados artistas do panorama experimental português, Felizardo explora as tonalidades da guitarra a partir da base do blues e da americana, apontando também referências a nomes como Neil Young ou John Fahey. Apresentará, entre outros, temas de Volume IV – The Invading Past And Other Dissolutions, o duplo LP lançado recentemente pela conceituada Three:four Records.

On both dates, Wovenhand will be preceded by the strings of Filipe Felizardo’s guitar. One of the most renowned artists in the Portuguese experimental scene, Felizardo explores all of the tonalities in his guitar taking blues and americana music as starting points, while also referencing names like Neil Young or John Fahey. He will present, among others, songs from Volume IV – The Invading Past And Other Dissolutions, the double LP recently released by the renowned label Three: four Records.​

Soundcloud

Beyond the admirable sincerity and devotion, the record is full of emotive hooks, thundering percussion, psychedelic twang, ethnic rhythms, and formless meditations on what mysteries reside in the heavens above. Edwards’ musical palette has truly become limitless, and Star Treatment takes Wovenhand’s sound to its most realized and accomplished.
Noisey, 2016

Mais do que peso, intensidade foi a palavra de ordem. É verdade que Edwards teve um enorme magnetismo em palco, mas desde que se mudara para o formato eléctrico que ainda não tínhamos testemunhado a aliança entre a sua personalidade vincada e a execução do resto da banda. Depois do que vimos em temas como “Long Horn”, “Salome” ou “Good Shepherd”, não há como não estar rendido àquilo que os Wovenhand são hoje em dia.
Ponto Alternativo no Amplifest 2014

On Star Treatment, Wovenhand prime mover David Eugene Edwards locates the shared space between Native American and Middle Eastern modes, with an exciting exploration of spirituality and music that draws Montana close to Mesopotamia. It’s a music parched in desert sun, lost in forest gloom, abandoned on endless prairies: land and elements dominate the imagery which Edwards declaims with stern, religiose intensity, against arrangements ranging from the Gun Club-style gothic rockabilly of “The Hired Hand” to the abstract avalanche of drums and guitars harking, in “Swaying Reed”, to the Tigris. Elsewhere, the dense, droning weave of guitars in “Crook And Flail” and “Golden Blossom” recalls The Byrds, Popol Vuh and Tuareg desert-blues. At its best, it’s quite thrilling: the galloping drums and strident guitar clangour of “Come Brave” perfectly evokes its Indian imagery, while “All Your Waves” develops a mysterious, tsunami-like power all its own. Majestic stuff.
The Independent, 2016

Com os Wovenhand, assistimos a um dos mais inspirados momentos deste evento. A edição do mais recente “ Refractory Obdurate” viu a banda liderada pelo carismático David Eugene Edwards enfatizar a componente mais pesada do seu puzzle musical, o que originou uma actuação naturalmente mais rica em distorção sem, no entanto, ignorar a melodia– a cover de “ Horse Head Fiddle”, dos 16 Horsepower, foi um exemplo disso, juntamente com a interpretação a solo de “ Whistling Girl”.
Festivais de Verão no Amplifest 2014

Press (acreditações até 1 de Maio): press@amplificasom.com
+ info: amplificasom@gmail.com