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	<title>Amplificasom</title>
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	<description>Agenciamos por toda a Europa, produzimos, curamos, aconselhamos e sonhamos com todo o tipo de caminhos para tornar a música ao vivo essencial.</description>
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		<title>O Backline do Ângelo: o Big Muff</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ty</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.ehx.com/assets/blog/billy-corgan-big-muff-pi.jpg" alt="" width="395" height="480" /></p> <p><strong>Hoje:</strong></p> <p>O pedal de fuzz mais reconhecido de sempre, a quem os Mudhoney dedicaram um EP e que conta com uma versão limitada desenhada em colaboração com os Mogwai – o Big Muff da Electro-Harmonix.</p> <p><a href="http://amplificasom.com/o-backline-do-angelo-o-big-muff/boriswata_/" rel="attachment wp-att-13827"><img class="alignnone size-medium wp-image-13827" src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/Boris+WATA_-535x271.jpg" alt="" width="535" height="271" /></a></p> <p><strong>Generalidades aborrecidotécnicas:</strong></p> <p>O Big Muff é produzido pela companhia nova-iorquina Electro-Harmonix desde o ano de 1969, sendo que até 2009 eram também produzidos pela Sovtek (companhia russa “irmã” da EHX) se bem que com algumas diferenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.ehx.com/assets/blog/billy-corgan-big-muff-pi.jpg" alt="" width="395" height="480" /></p>
<p><strong>Hoje:</strong></p>
<p>O pedal de fuzz mais reconhecido de sempre, a quem os Mudhoney dedicaram um EP e que conta com uma versão limitada desenhada em colaboração com os Mogwai – o Big Muff da Electro-Harmonix.</p>
<p><a href="http://amplificasom.com/o-backline-do-angelo-o-big-muff/boriswata_/" rel="attachment wp-att-13827"><img class="alignnone size-medium wp-image-13827" src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/Boris+WATA_-535x271.jpg" alt="" width="535" height="271" /></a></p>
<p><strong>Generalidades aborrecidotécnicas:</strong></p>
<p>O Big Muff é produzido pela companhia nova-iorquina Electro-Harmonix desde o ano de 1969, sendo que até 2009 eram também produzidos pela Sovtek (companhia russa “irmã” da EHX) se bem que com algumas diferenças a nível visual e de circuito.</p>
<p>O pedal conheceu várias versões ao longo da sua história, desde as seminais “Triangle” e Ram’s Head”, passando pela versão com <em>op-amps </em>até ao actual NYC Reissue. Além disso, muitos outros fabricantes têm no catálogo pedais de fuzz cujo desenho do circuito é inspirado no do Big Muff.</p>
<p>Algumas características:</p>
<p>- Tipo de efeito: distorção/fuzz;</p>
<p>- Controlos: volume, tonalidade e <em>sustain</em>;</p>
<p>- Preço: cerca de 70€ pela versão actualmente em produção.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.ehx.com/assets/blog/mogwai-big-muff-pi.jpg" alt="" width="300" height="387" /></p>
<p><strong>Onde é que já o ou|vimos:</strong></p>
<p>Além dos já mencionados Mogwai , do <em>Superfuzz Bigmuff</em> dos Mudhoney e de guitarristas lendários como David Gilmour e Jimi Hendrix (este apenas na fase final da sua carreira/vida) ouvimo-los a soar através de malta como J Mascis dos Dinosaur Jr – que possui uma colecção de mais de 40 Big Muffs diferentes –, Jack White, Billy Corgan, o Troy Sanders dos Mastodon, o Kevin Shields dos My Bloody Valentine e a Wata dos Boris.</p>
<div id="attachment_13828" class="wp-caption alignnone" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/o-backline-do-angelo-o-big-muff/mascis/" rel="attachment wp-att-13828"><img class="size-medium wp-image-13828" src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/mascis-535x461.jpg" alt="" width="535" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">j Mascis e parte da sua colecção</p></div>
<p><strong>Até para a semana:</strong></p>
<p>E fica um conselho – se alguma vez fizerem uma busca por “Big Muff” no Google Images, não se esqueçam de ligar a “Pesquisa Segura”. :p</p>
<p>\m/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amplificasom agencia: Kavinsky em Paredes de Coura</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://amplificasom.com/amplificasom-agencia-kavinsky-em-paredes-de-coura/kavinsky-2/" rel="attachment wp-att-13819"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/coachella_saturday_10_Kavinsky-535x356.jpg" alt="" title="Kavinsky" width="535" height="356" class="aligncenter size-medium wp-image-13819" /></a>Amplificasom agencia:<br /> <strong>KAVINSKY<br /> FESTIVAL EDP PAREDES DE COURA<br /> 15 DE AGOSTO</strong></p> <p><a href="http://fr-fr.facebook.com/pages/Kavinsky/5675452364">Facebook</a> · <a href="http://kavinsky.bandcamp.com/">Bandcamp </a>· <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kavinsky">Wikipedia</a> · <a href="http://www.youtube.com/artist/kavinsky">Youtube</a></p> <p>Kavinsky é um artista francês de electro house, que se rodeia de um universo de bandas sonoras dos anos oitenta. O furor em torno deste músico tem crescido com comparações feitas com os Daft Punk e também após estes últimos o terem convidado para integrar a Alive&#8217; Tour.<br /> Para além disto, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://amplificasom.com/amplificasom-agencia-kavinsky-em-paredes-de-coura/kavinsky-2/" rel="attachment wp-att-13819"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/coachella_saturday_10_Kavinsky-535x356.jpg" alt="" title="Kavinsky" width="535" height="356" class="aligncenter size-medium wp-image-13819" /></a>Amplificasom agencia:<br />
<strong>KAVINSKY<br />
FESTIVAL EDP PAREDES DE COURA<br />
15 DE AGOSTO</strong></p>
<p><a href="http://fr-fr.facebook.com/pages/Kavinsky/5675452364">Facebook</a> · <a href="http://kavinsky.bandcamp.com/">Bandcamp </a>· <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kavinsky">Wikipedia</a> · <a href="http://www.youtube.com/artist/kavinsky">Youtube</a></p>
<blockquote><p>Kavinsky é um artista francês de electro house, que se rodeia de um universo de bandas sonoras dos anos oitenta. O furor em torno deste músico tem crescido com comparações feitas com os Daft Punk e também após estes últimos o terem convidado para integrar a Alive&#8217; Tour.<br />
Para além disto, um dos temas de Kavinsky, &#8220;Nightcall&#8221;, faz parte dos momentos iniciais do muito aclamado filme &#8220;Drive&#8221; com Ryan Gosling. As comparações estendem-se ainda aos The Rapture, Justice, assim como à troupe electro da Ed Banger. Há quem lhe chame de &#8220;moccassin funk&#8221;, o que interessa é que daqui podemos esperar beats dos anos oitenta, com a sensualidade e o romantismo da música de dança francesa.</p></blockquote>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/MV_3Dpw-BRY?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A Cláudia Mecânica: House, M.D.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Filipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tinha mais que decidido sobre que filme é que queria escrever hoje. Revi-o e tudo. Era outro dos grandes, com mais uma excelente banda sonora, marcante. Daquelas com cenas indubitavelmente ligadas à música que têm de fundo. Mas à última da hora achei que, afinal, ia abrir uma excepção esta semana e quebrar esta dinâmica que criei para a minha rubrica. Em vez de um filme, hoje escolho uma série. Uma que, apesar de já não me ser tanto hoje como no passado, acabou por me dar bastante.</p> <p>Sim, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha mais que decidido sobre que filme é que queria escrever hoje. Revi-o e tudo. Era outro dos grandes, com mais uma excelente banda sonora, marcante. Daquelas com cenas indubitavelmente ligadas à música que têm de fundo. Mas à última da hora achei que, afinal, ia abrir uma excepção esta semana e quebrar esta dinâmica que criei para a minha rubrica. Em vez de um filme, hoje escolho uma série. Uma que, apesar de já não me ser tanto hoje como no passado, acabou por me dar bastante.</p>
<p>Sim, já vamos na 8ª season de House e sim, como fiel seguidora que fui durante muitos anos, estou bem ciente da qualidade que se foi perdendo e do potencial que se foi desperdiçando em prol de esticar um culto para prolongar o sucesso de audiências. No entanto, agora que estamos a chegar ao fim (a <em>series finale</em> vai para o ar já na próxima segunda feira), tenho de confessar algum saudosismo por dizer adeus a uma personagem que tem muito de meu também. Apesar de me ter perdido algures pelo caminho e de ter deixado de seguir com tanto afinco, teve a sua altura de devoção e fica sempre a nostalgia, até porque a vontade e a curiosidade em ir sabendo o ponto de situação foi-se sempre mantendo.<br />
Acabamos por nos ligar. Acabamos por nos rever em atitudes, pensamentos, frases. Acabamos por julgar as outras com que não concordamos como se de alguém real se tratasse. “Que besta que tu és…”, não é? E porque a decadência dele acaba por ser nossa também, mas isso é tema para acompanhar um café.</p>
<p>Por acaso, uma das primeiras ideias que me vem à cabeça quando penso em House é o excelente gosto da equipa que nesta série trabalhou. Escrevo estas linhas com o épico de violinos e piano da <em>My Body Is a Cage</em> versão Peter Gabriel a crescer nos meus ouvidos e sinto algo a contorcer e a ficar desconfortável a cada nota que passa. Por muitas vezes que já tenha ouvido esta faixa, o efeito é sempre o mesmo.</p>
<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/gRn0VZnndHU?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O original é dos Arcade Fire e já tem muito que se lhe diga. Mas a forma como Peter Gabriel pega neste tema e o reinventa é torná-lo seu. É tipo Johnny Cash e a <em>Hurt</em>: por muito que gostes do original deixa de fazer sentido quando tens outra pessoa a por-lhe uma carga tremendamente pesada e sombria em cima.<br />
No episódio em que esta versão da <em>My Body Is a Cage</em> entra temos um House em decadência, enterrado em dores, álcool, Vicodin. Sozinho. Às primeiras notas da música, começamos-lhe a ver o desespero no olhar, nos bocados de Whisky que vai pondo à boca, nas garrafas vazias espalhadas pelo chão. A sincronia entre som e imagem é perfeita. E de repente ele vai-se aproximando da varanda. E põe-se de pé nas grades. E num pico ele salta. E o nosso coração pára por um instante&#8230; &#8220;<em>set my spirit free&#8230; set my body free</em>&#8220;&#8230; até que o acto de libertação termina com uma bomba para dentro da piscina. E um sorriso e uma gargalhada à mistura. Que parvoíce, podia lá ele morrer agora!</p>
<p>Mas rebuscado e surpreendente foi terem ido buscar a <em>Visions in the Dust</em> dos Barn Owl, que até estiveram cá no Amplifest, para uma cena totalmente distinta da anteriormente descrita. Num tom muito mais leve, conhecemos o arqui-inimigo do House dos campeonatos de canhões de batatas.</p>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/LtK7OIE4ayY?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Banda sonora perfeita que quase nos podia remeter para aqueles encontros que o John Waine tinha no faroeste. Não que tenha sido a cena ou o episódio mais marcante de todos, mas é Barn Owl. Numa série. Numa série vista por milhões no mundo inteiro.</p>
<p>Impossível também é falar de House sem relembrar Jeff Buckley. Primeiro episódio da segunda temporada e <em>Hallelujah</em> a fechar o episódio numa cena bastante <em>heart breaking</em>.</p>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/y8AWFf7EAc4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A Cameron era tão boazinha, lembram-se? Passou praticamente todo o episódio em negação, a tentar contornar um diagnóstico inevitável e fatal de uma doente a quem se tinha ligado. Quando se rende às evidências, entra a Hallelujah (mais uma que é original de Leonard Cohen mas que foi imortalizada pelo malogrado Jeff Buckley), para acompanhar a dolorosa altura de dar as más notícias a quem de direito.</p>
<p>E clássicos. Também por lá passaram os grandes clássicos. Um daqueles que estou habituada a ouvir cá por casa desde miúda fez-me saltar da cadeira quando começou a soar.</p>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/Mb3iPP-tHdA?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A intemporal <em>Whiter Shade of Pale</em> a encerrar um episódio onde uma das linhas paralelas acompanha Taub, aquele médico que não era propriamente conhecido por ser adepto da monogamia, a enfrentar uma crise no casamento. Até que, após os quase 60 minutos que cada episódio dura, consegue reconquistar mulher e resolver o problema que tinha surgido entre dois. Mas como <em>old habits die hard</em>, no final do episódio, ao som de Procol Harum, acompanhamos o nosso amigo médico a partir na direcção de uma enfermeira, bem jeitosa por sinal (ah, o cliché).</p>
<p>Gorillaz, AC/DC, Bon Iver, Rolling Stones, Fiona Apple, Radiohead&#8230; tantos e tantos que viram temas seus incluídos ao longo das diversas seasons enriqueceram e alimentaram tramas. Qualquer uma delas parecia que tinha sido escolhida a dedo para completar problemas existenciais, dores de alma ou parvoíces random que iam aparecendo lá pelo meio. Parte da magia deveu-se mesmo à escolha musical e às surpresas que fui apanhando lá pelo meio. Sabe sempre tão bem!</p>
<p>Despeço-me hoje dizendo que o tal filme fica para a próxima quarta feira. Deixo-vos então com uma última peça que também passou pelo House algures numa das temporadas. O violoncelo brilhantemente executado por Yo Yo Ma a recriar Bach.</p>
<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/PCicM6i59_I?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Barn Owl: meia hora em Paris, meia hora de topo</title>
		<link>http://amplificasom.com/barn-owl-meia-hora-em-paris-meia-hora-de-topo/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/Y_CKwi_M6Q0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/Y_CKwi_M6Q0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Os Heróis e os Métodos:&#8230;da austeridade à qual o rock não se verga</title>
		<link>http://amplificasom.com/os-herois-e-os-metodos-da-austeridade-a-qual-o-rock-nao-se-verga/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div> <p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_L7e7SY2UfsI/SWs-EcfwCJI/AAAAAAAABj0/_scAkVRTphM/s400/o-descobridor-dos-7-mares.jpg" alt="null" /></p> <div><strong>Tim Maia &#8211; Descobridor dos Sete Mares (1983, Lança Records)</strong></div> <div>Durante toda a década de setenta, Tim Maia lançou mais de 10 discos, selando um dos percursos mais geniais de toda a música brasileira. Mais que um Stevie Wonder brasileiro, foram várias as fases e estilos musicais que incorporou nas suas criações. Já na fase final da sua maratona criativa, em plena década de 80 lança este &#8220;Descobridor dos Sete Mares&#8221;, que abraça o Funk da época, com destaque para os ritmos. Outras das coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_L7e7SY2UfsI/SWs-EcfwCJI/AAAAAAAABj0/_scAkVRTphM/s400/o-descobridor-dos-7-mares.jpg" alt="null" /></p>
<div><strong>Tim Maia &#8211; Descobridor dos Sete Mares (1983, Lança Records)</strong></div>
<div>Durante toda a década de setenta, Tim Maia lançou mais de 10 discos, selando um dos percursos mais geniais de toda a música brasileira. Mais que um Stevie Wonder brasileiro, foram várias as fases e estilos musicais que incorporou nas suas criações. Já na fase final da sua maratona criativa, em plena década de 80 lança este &#8220;Descobridor dos Sete Mares&#8221;, que abraça o Funk da época, com destaque para os ritmos. Outras das coisas fantásticas no Tim Maia é a sua sensibilidade na construção da componente instrumental, cheia de detalhes, diferentes instrumentos (uma secção de metais forte) e uma fisicalidade que tem muito da música popular brasileira. Para quem não conhece este músico o melhor é começar por &#8220;Tim Maia&#8221; de 1971 e depois deixar-se perder em todos os discos seguintes. Pura genialidade.</div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div>
<p><img src="http://images.hhv.de/catalog/old_detail/00263/263442.jpg" alt="null" /></p>
<div><strong>Various Artists &#8211; Persian Underground: Garage Rock, Beat and Psychedelic Sounds From the Iranian 60&#8242;s &amp; 70&#8242;s Scene (2010, Persianna)</strong></div>
<div>Digam lá que um disco com este nome não desperta logo curiosidade? Apesar da influência do rock americano e europeu, estas músicas têm um exotismo próprio, não apenas por na sua maioria serem cantadas noutra língua, mas pelo próprio som que engloba o psicadelismo e uma certa fantasia de bollywoodesca. Alguns destes temas são quase lo-fi, ouvem-se sintetizadores duvidosos, as guitarras tratam do ritmo garage (ideais para empacotar em compilações &#8220;nuggets&#8221;) e o resto é um manancial de melodias. Um disco que é uma boa oportunidade de termos em nossas mãos sons que durante muito tempo não tinham ultrapassado as fronteiras do Irão. Música exótica, progressiva, psicadélica que tanto nos revela temas tradicionais que poderiam perfeitamente quebrar a vergonha de qualquer baile casamenteiro, como nos mostra uma versão descomprometida de &#8220;Play with Fire&#8221; dos Rolling Stones. Em suma, não é um arranjo tão coeso quanto se poderia esperar, há temas melhores que outros, mas o seu sabor a raridade deixa-nos um sorriso mafioso na cara.</div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/-JrdP5QTuhMg/Tji9ZWcQXzI/AAAAAAAAAMw/OXwfZqs41hk/s320/immaculada2.jpg" alt="null" /></p>
<div><strong>The Men &#8211; Immaculada (2011, Deranged Records)</strong></div>
<div>&#8220;Immaculada&#8221; não é um disco de fácil caracterização, no entanto penso que a sua variedade é o que o torna eficaz. Se por um lado temos longos <em>riffs stoner</em>, logo a seguir podemos ficar pendurados por drones &#8211;  ficando a boiar numa espécie de shoegaze à My Bloody Valentine ou a borbulhar num <em>fuzz</em> à Sonic Youth. Sendo que no fim disto tudo, não resta muito espaço até se seguirem explosões hardcore, terminando tudo num fogo de artifício noise. Complicado? Nem por isso, a receita é hardcore/punk mais cru e sujo, onde a raiva agarra-se a um certo lado experimental para aliado de peso. No seu âmago é uma boa e ruidosa homenagem ao NYC hardcore dos anos 90.</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Michel Henritzi &amp; Rinji Fukuoka</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 09:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/VOgamCF66p4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p> <p>O nosso amigo <a href="http://amplificasom.com/a-noite-de-ontem-em-fotos/">Michel Henritzi</a> partilhou connosco este vídeo da sua recente passagem por Tóquio. São três peças acompanhadas por Rinji Fukuoka. Enormes!</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="535" height="301" src="http://www.youtube.com/embed/VOgamCF66p4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O nosso amigo <a href="http://amplificasom.com/a-noite-de-ontem-em-fotos/">Michel Henritzi</a> partilhou connosco este vídeo da sua recente passagem por Tóquio. São três peças acompanhadas por Rinji Fukuoka. Enormes!</p>
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		<title>OMG? NO!</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 08:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/41634673" width="535" height="401" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p> <p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/42053144" width="535" height="401" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p> <p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/42053188" width="535" height="401" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/41634673" width="535" height="401" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
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		<title>As fotografias do Jorge Silva são um vício</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><div id="attachment_13771" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/as-fotografias-do-jorge-silva-sao-um-vicio/entre-a-solidao-e-a-luz_dafe-nix3/" rel="attachment wp-att-13771"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/entre-a-solidão-e-a-luz_daFé-Nix3-535x799.jpg" alt="" title="entre a solidão e a luz_daFé Nix3" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13771" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/as-fotografias-do-jorge-silva-sao-um-vicio/dsc_9379-edit/" rel="attachment wp-att-13772"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/DSC_9379-Edit-535x799.jpg" alt="" title="DSC_9379-Edit" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13772" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div>A fotografia &#8220;FéNix 3&#8243; (a primeira em cima) do nosso amigo e colaborador Jorge Silva obteve uma Menção Honrosa na primeira edição do concurso fotográfico de poesia urbana &#8220;Esta Cidade é um Vício&#8221;. O objectivo desta iniciativa da livraria <a href="http://www.livrariapoetria.com/info2.php?section=eventos&#038;detail=40">POETRIA</a> é aliar a fotografia ao conceito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_13771" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/as-fotografias-do-jorge-silva-sao-um-vicio/entre-a-solidao-e-a-luz_dafe-nix3/" rel="attachment wp-att-13771"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/entre-a-solidão-e-a-luz_daFé-Nix3-535x799.jpg" alt="" title="entre a solidão e a luz_daFé Nix3" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13771" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/as-fotografias-do-jorge-silva-sao-um-vicio/dsc_9379-edit/" rel="attachment wp-att-13772"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/DSC_9379-Edit-535x799.jpg" alt="" title="DSC_9379-Edit" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13772" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div>A fotografia &#8220;FéNix 3&#8243; (a primeira em cima) do nosso amigo e colaborador Jorge Silva obteve uma Menção Honrosa na primeira edição do concurso fotográfico de poesia urbana &#8220;Esta Cidade é um Vício&#8221;. O objectivo desta iniciativa da livraria <a href="http://www.livrariapoetria.com/info2.php?section=eventos&#038;detail=40">POETRIA</a> é aliar a fotografia ao conceito de poesia visual e foram cerca de 40 os candidatos que participaram. Já a foto seguinte foi seleccionada para o grupo Street Photography do Facebook. É a segunda vez que tal acontece. Quer ganhes ou não, para nós és sempre o número 1.</p>
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		<title>Russian Circles + Deafheaven + THISQUIETARMY: assim foi</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 10:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><div id="attachment_13732" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0476/" rel="attachment wp-att-13732"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0476-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0476" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13732" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13733" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0468/" rel="attachment wp-att-13733"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0468-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0468" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13733" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0517/" rel="attachment wp-att-13734"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0517-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0517" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13734" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13735" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0619/" rel="attachment wp-att-13735"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0619-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0619" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13735" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0425/" rel="attachment wp-att-13739"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0425-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0425" width="535" height="799" class="aligncenter size-medium wp-image-13739" /></a><div id="attachment_13736" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_13732" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0476/" rel="attachment wp-att-13732"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0476-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0476" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13732" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13733" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0468/" rel="attachment wp-att-13733"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0468-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0468" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13733" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0517/" rel="attachment wp-att-13734"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0517-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0517" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13734" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13735" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0619/" rel="attachment wp-att-13735"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0619-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0619" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13735" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0425/" rel="attachment wp-att-13739"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0425-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0425" width="535" height="799" class="aligncenter size-medium wp-image-13739" /></a><div id="attachment_13736" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0498/" rel="attachment wp-att-13736"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0498-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0498" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13736" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0555/" rel="attachment wp-att-13737"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0555-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0555" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13737" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13738" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0278/" rel="attachment wp-att-13738"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0278-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0278" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13738" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0319/" rel="attachment wp-att-13740"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0319-535x357.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0319" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13740" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/dfhvn_rc-0363/" rel="attachment wp-att-13741"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/dfhvn_rc-0363-535x799.jpg" alt="" title="dfhvn_rc-0363" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13741" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13742" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/thisquietarmy-0634/" rel="attachment wp-att-13742"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/thisquietarmy-0634-535x799.jpg" alt="" title="thisquietarmy-0634" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13742" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13743" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/thisquietarmy-0642/" rel="attachment wp-att-13743"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/thisquietarmy-0642-535x799.jpg" alt="" title="thisquietarmy-0642" width="535" height="799" class="size-medium wp-image-13743" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><div id="attachment_13744" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://amplificasom.com/russian-circles-deafheaven-thisquietarmy-assim-foi/thisquietarmy-0653/" rel="attachment wp-att-13744"><img src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/thisquietarmy-0653-535x357.jpg" alt="" title="thisquietarmy-0653" width="535" height="357" class="size-medium wp-image-13744" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Silva</p></div><br />
Fim-de-semana altamente especial. No sábado, no Hard Club, os Russian Circles bateram o recorde de assistência em Portugal e não esconderam a satisfação daquele dia e noite tão bem vividos. É como se fossem da casa, mas considerarem-no o topo de uma tour que cobriu toda a Europa é bem agradável de se ouvir. Em relação à primeira parte, esperamos que tenham gostado tanto como nós pois queremos repetir os Deafheaven e eles querem voltar o mais breve possível. No domingo, o tipo de viagem foi outra. Num final de tarde intimista no Oporto Gallery Hostel, muitos de nós fechamos os olhos e deixamos que Eric Quach nos conduzisse pelas camadas de sons.<br />
Fim-de-semana ecléctico e com o selo da Amplificasom. É para repetir. Obrigado a todos.</p>
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		<title>De Schoenberg a Peter Brötzmann</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div id="attachment_13716" class="wp-caption alignnone" style="width: 398px"><a href="http://amplificasom.com/de-schoenberg-a-peter-brotzmann/schoenberg-auto/" rel="attachment wp-att-13716"><img class="size-full wp-image-13716" src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/schoenberg-auto.jpg" alt="" width="388" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Arnold Schoenberg, auto-retrato</p></div> <p>Se [a minha música] é arte, não é para todos, e se é para todos, não é arte.</p> <p>&#160;</p> <p>Não gosto muito de Schoenberg. Não costumo ouvir recitativos nem canto lírico, as composições dele para piano parecem-me, na sua maioria, aborrecidas, e muitas das afirmações dele são de uma arrogância insuportável. Mas falar da arte do século XX e ignorar Schoenberg é a mesma coisa que escrever uma história do rock [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13716" class="wp-caption alignnone" style="width: 398px"><a href="http://amplificasom.com/de-schoenberg-a-peter-brotzmann/schoenberg-auto/" rel="attachment wp-att-13716"><img class="size-full wp-image-13716" src="http://amplificasom.com/wp-content/uploads/schoenberg-auto.jpg" alt="" width="388" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Arnold Schoenberg, auto-retrato</p></div>
<blockquote><p>Se [a minha música] é arte, não é para todos, e se é para todos, não é arte.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não gosto muito de Schoenberg. Não costumo ouvir recitativos nem canto lírico, as composições dele para piano parecem-me, na sua maioria, aborrecidas, e muitas das afirmações dele são de uma arrogância insuportável. Mas falar da arte do século XX e ignorar Schoenberg é a mesma coisa que escrever uma história do rock sem mencionar os Beatles.<br />
&nbsp;</p>
<p>Na última segunda-feira, resumi 80 anos de música num parágrafo. É óbvio que tive de omitir demasiadas coisas, incluindo a abordagem de alguns compositores à dissonância. Para explicar as mudanças no fim do século XIX, acho importante entrar um bocado no mundo da teoria musical (os menos conhecedores que não se preocupem porque eu também não percebo grande coisa disso).<br />
&nbsp;</p>
<p>As escalas mais usadas na música ocidental já são conhecidas desde os tempos de Platão. Apesar de as escalas pitagóricas terem sido abandonadas em favor das escalas bem-temperadas, os princípios mais comuns mantêm-se: escalas de 7 tons (diatónicas) ou de 5 (pentatónicas), que terminem sempre na nota inicial, mas uma oitava acima. Os intervalos de oitavas, quintas e quartas costumam soar-nos bem porque possuem proporções matemáticas simples &#8211; um Dó uma oitava acima de outro Dó produz uma onda sonora que vibra exactamente ao dobro da velocidade, sendo então a proporção de 2:1. Os famosos “power chords” são tão usados no rock porque dão mais força à nota fundamental, acrescentando apenas um intervalo de oitava (2:1, portanto) e uma quinta (3:2). São “seguros”, de certa forma. Quando as notas são tocadas em simultâneo, é fácil ver se nos soa bem ou mal: é imediato. Quando temos escalas, já entra à mistura a nossa memória a curto prazo e a insistência do cérebro em fazer previsões. Ouvimos duas ou três notas, e inconscientemente <span style="text-decoration: underline"><a title="pensamos logo quais poderão ser as próximas" href="http://www.youtube.com/watch?v=0gjreHt0tRI" target="_blank">pensamos logo quais poderão ser as próximas</a></span>. Em termos muiiiito resumidos, se a nota seguinte não nos parece fazer sentido, é bem possível que seja dissonante. Gostamos de ser surpreendidos pela música, mas toda a gente tem um limite. Há quem argumente que as proporções matemáticas complexas dos acordes dissonantes não interessam para nada, e que a dissonância não passa de um fenómeno cultural. Não vamos entrar por aí, porque isso dava para outros dois meses de posts, mas fica aqui a ideia.<br />
&nbsp;</p>
<p>Parece-me que foi essa a “crise” após a morte de Beethoven: muitos compositores começaram a pensar no futuro da música, e concluíram que a música “consonante” estava a atingir o seu ponto de saturação (ainda mais depois de Wagner). As diferenças entre a música francesa e alemã vão ficar para a próxima semana, mas aqui fica um ponto em comum: tanto Debussy como Strauss começaram a usar intervalos inesperados, como subir ou descer apenas meio-tom, tornando a música ambígua, difícil de prever. Há quem diga que o segredo do heavy metal está nos meios-tons, e não é assim tão descabido. Ouçam as primeiras notas de guitarra do primeiro álbum de uma das primeiras bandas de metal: a “<span style="text-decoration: underline"><a title="Black Sabbath" href="http://www.youtube.com/watch?v=akt3awj_Ah8" target="_blank">Black Sabbath</a></span>”, dos Black Sabbath. Primeiro temos o power chord, depois soa apenas a oitava… e a nota seguinte, em vez de ser a quinta que já ouvimos no acorde, é uma quinta diminuta, meio-tom abaixo, com hammer-ons repetidos na quinta perfeita. Mostram-nos a nota que queríamos ouvir, mas recusam-se a fazê-la soar. Queremos saber como se vai resolver a tensão na música, mas temos de esperar até ao solo, e mesmo aí a voz do Ozzy continua a passar por essas notas. Mas os Black Sabbath acabam por ser simpáticos, e no fim da música dissipam a tensão. Nem todos os compositores têm essa consideração por nós.<br />
&nbsp;</p>
<p>E é aí que entra o autodidacta Schoenberg. Schoenberg sabia perfeitamente que uma nota nos soa dissonante quando não está dentro das nossas previsões, criadas com base nas notas fundamentais da música – com base na sua tonalidade. Como tal, ele decidiu ir ainda mais longe: se a música não tiver um centro tonal, não podemos prever nada. Scriabin, na Rússia, já tinha usado acordes atonais, e Liszt já tinha tentado fugir de um centro tonal claro em 1885, mas nenhum deles compôs durante anos com a atonalidade em mente, nem originou uma nova escola de pensamento. Com Schoenberg começamos a entrar num tipo de música provocatório, que muda de tonalidade quando pensamos estar a começar a percebê-la.<br />
&nbsp;</p>
<p>No entanto, o compositor rejeitava o termo “atonalidade”, preferindo “pantonalidade”. Acreditava que a música dele não fugia da tonalidade: era antes a tonalidade elevada ao máximo das suas potencialidades. E isso explica o próximo passo da chamada Segunda Escola de Viena: se não há uma tonalidade “pura”, nenhuma nota tem mais peso do que as outras. Então, para “democratizarmos” totalmente a música, temos de percorrer os 12 tons da escala cromática sem regressar mais vezes a uns do que a outros. Schoenberg terá sido influenciado por <span style="text-decoration: underline"><a title="uma composição" href="http://www.youtube.com/watch?v=FpsibYXqKw4" target="_blank">uma composição</a></span> de um dos seus pupilos, Josef Matthias Hauer, e levou este princípio demasiado longe, na opinião de muitos (e aqui me incluo). Para criar ordem no atonalismo, as séries de 12 tons são repetidas, sendo primeiro apresentada, depois invertida, depois transposta, e depois invertida a transposição. A fuga às regras da tonalidade levou à criação de um estilo ainda mais rígido, embora não imediatamente perceptível através da audição.<br />
&nbsp;</p>
<p>Mas não deixa de ser interessante constatar que este tipo de música tenha sido fortemente divulgado, tanto no período das Guerras Mundiais como depois delas. Vejo ainda alguma influência dela no rigor de algumas composições minimalistas (de Philip Glass, por exemplo), mas também em outro género musical, a partir da década de 50 ou 60. O free jazz demonstrou que as ideias de um género tipicamente elitista também podiam ser aplicadas à música das massas, e de forma mais “honesta”: não só com liberdade rítmica, mas também com uma liberdade total de improviso, saltando de passagens atonais para tonais, passando até frequentemente por microtons nos instrumentos de sopro. Passou a ser um género completamente distinto, a unir o melhor da música clássica e da popular, a ser tocado em salas de espectáculos e nas ruas, a ser apreciado por ricos e pobres. Tanto quanto sei, não caiu nas tentações do dodecafonismo (aliás, não conheço nenhuma banda que o faça) e, mesmo quando falamos de compositores como John Zorn, estamos a pensar em música extremamente complexa e pensada, mas que consegue soar primitiva, tribal… humana. A atonalidade pensada e a atonalidade sentida são duas faces da mesma moeda.</p>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/rKwmd1QT5UY?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="535" height="401" src="http://www.youtube.com/embed/v1lY0vWML2Y?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Por hoje é tudo. Como não gosto muito de textos demasiado extensos (a sério!!), o próximo será mais curto. Até lá, fiquem com algumas sugestões para esta semana:</p>
<p><a title="Liszt - Bagatelle sans tonalité (1885)" href="http://www.youtube.com/watch?v=b29qCN3rFIE" target="_blank">Liszt &#8211; Bagatelle sans tonalité (1885)</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=V3B7uQ5K0IU&amp;feature=player_detailpage#t=584s" target="_blank">Alexander Scriabin &#8211; Prometheus (1910)</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8vHNcNrojDM" target="_blank">Schoenberg &#8211; 3 Klavierstütcke (1909)</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=N9m-jz5Fugc" target="_blank">Schoenberg &#8211; Suite for piano, op. 25 (1923)</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9umvR9_3peQ" target="_blank">Webern &#8211; Klavierstück (1924)</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na próxima semana: De Stravinsky a Meshuggah</p>
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