30th Century Man

Documentário sobre Scott Walker – 30th Century Man é uma amostra relevante da sombra que paira sobre a sua obra. Recomendando principalmente para quem não gosta da obra deste nome ímpar do experimentalismo (ou demência), que se tornou referência da grande maioria dos músicos actuais com “Tilt” e o mais recente “The Drift”.

Que opinião têm da sua obra?

Comentários

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  1. Neuroticon

    A fase inicial não conheço bem!
    The Drift é um pesadelo, o maior pesadelo transformado em disco…
    Tilt é brilhante!!
    Único.

  2. Adriano

    Sem dúvida. Curiosamente o Scott descreve o Tilt como o "Pesadelo".

  3. ::Andre::

    Estou com o Neuro, a fase inicial não conheço tão bem, mas o Tilt…uau…

    Onde se "compra" este doc?

  4. Adriano

    Acho que é da 4AD, mas como não encontrei por cá tive de ir aos torrents.

  5. António Matos Silva

    acho o scott walker o tipo mais fascinante da música, lado a lado com o daniel johnston e o brian wilson. a capacidade de oscilarem entre demência e brilhantismo, de criarem trabalhos péssimos ou de obras de bradar aos céus fascina-me. a fase inicial do scott está a voltar aos hey-days, parece que a malta do indie rock o descobriu agora. é muito pop, muito folk, completamente diferente do Tilt. esse sim, o verdadeiro monstro, o verdadeiro pesadelo. é um grande disco, que arrepia e cria um ambiente tão, mas tão intenso e sufocante. é um grande homem.

  6. Rodolfo

    confesso que sou mais fã da fase inicial porque sou um romântico inveterado e aquelas modinhas especiais quase me levam às lágrimas…

    as orquestrações são brilhantes e as letras (as suas, e as traduções excelentes das do brel) são excelentes retratos daquele tempo com os seus vietnames e guerras frias e tudo o mais.

    esta fase mais recente (dos 90's para cá) é assombrosa em todos os sentidos.
    a música (que às vezes nem o é bem) está nos antípodas da outra dos 60's em todo o seu negrume opressivo e sufocante… mas como sou um tipo do noise/industrial, faz-me sentir em casa e pensar no estranho que é "ver" o americano da british invasion a vocalizar o que poderia ter sido feito pelos throbbing gristle (se estes quisessem fazer música).

    amo o scott… incondicionalmente.