“…a atmosfera com doses de brutalidade nua e crua e encerra com fulgor vulcânico uma noite verdadeiramente inesquecível.”

Nas primícias de uma verdadeira noite negra e nebulosa, partimos rumo ao Hard Club, sala quase debruçada sobre as vastidões oceânicas do atlântico. Mas, para a viagem ter ainda mais significado, havia que enfrentar a borrasca verdadeiramente diluviana que se abatia pelos arrabaldes da Invicta.

Já nas imediações do antigo mercado, contra os augúrios mais funestos, a fúria da chuva, por momentos aplacada, dava-nos breves minutos para ultrapassarmos, rapidamente, os escassos metros que ainda nos separavam do local.

Chegamos pontualmente! A sala 2 do Hard Club apenas fervilhava na ânsia da abertura solene daquela que prometia ser uma noite de memorável celebração musical. A sessão era póstuma, assim os artistas e os fãs trajavam sobretudo de negro e a própria música traria consigo ecos e referências sub-reptícias a essa escuridão.

Continua no Rock n’ Heavy.

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