A evolução na criatividade



Horseback

O black metal é um dos géneros musicais que mais se reinventou nos útlimos anos. É também um os géneros que maior celeuma causa entre os fãs nos fóruns e revistas da especialidade. Eu tornei-me especialmente fã deste género quando ouvi o Ruun dos Enslaved, e encontro-me dentro dos apreciadores desta ramificação progressiva e ambiental.

Descobri recentemente os Horseback, e este “Invisible Mountain” não tem deixado de rodar. Um álbum de black metal psicadélico, todo ele uma viagem de morte pelo deserto (citando de cabeça uma review da Terrorizer). Correm-se certos riscos de degolação fanática ao dizer que estamos perante um àlbum de black metal, mas penso que uma audição atenta e liberta de preconceitos revelará as claras influências na sonoridade. Mas estas são daquelas bandas que quebram a barreira artística do género em todos os sentidos, desde o som à própria estética (como podem constatar pela foto em cima, sem qualquer indício da presença de satã, corpse paint ou cabeças de animais sangrentas a decorar as paredes da sala), e normalmente são estas as que causam mais polémica, muito pela questão do estatuto de serem trve ou não trve.

Isto serve igualmente para questionar em que ponto estamos na evolução da criatividade. Vou neste caso apenas mencionar na música, sendo que gostaria que dessem a vossa opinião sobre se acham que esgotamos a criatividade e estamos a repetir/aperfeiçoar/reinventar processos antigos, ou se há coisas novas a serem criadas. Vamos todos dar as mãos e partilhar os nossos sentimentos na caixa de comentários.

P.S: Para primeira audição no myspace recomendo a música que dá o título ao àlbum. Que p**a de viagem.

Comentários

Comentar