Ainda acerca de 2011

Em formato de recapitulação do ano que passou, faz sentido recorrer a duas publicações com boas edições de “best of” – primeiro a Wire e depois a Self-Titled, que para além de resenhas próprias, convidaram uma série de músicos a dizerem aquilo que mais os cativou em 2011.

Em relação às listas, o pessoal da Amplificasom, assim como os leitores já foram arrumando os sons, no entanto, faz sentido referir alguns nomes que se destacaram nas periferias dos ambientes extremos ou experimentais (Bon Iver como já tinha referido o Jorge na sua lista).

Deaf Center – Owl Splinters
Tim Hecker – Ravedeath, 1972
Grouper – A I A
Alexandre Desplat – The Tree of Life
The Caretaker – An Empty Bliss Beyond This World
Nicolas Jaar – Space Is Only Noise
John Maus – We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves
Oneohtrix Point Never – Replica
James Blake – James Blake
Barn Owl – Lost in the Glare
Sic Alps – Napa Aylum
Ducktails – III: Arcade Dynamics

etc.

Comentário

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  1. André

    Boas escolhas!

    Era de esperar que o Lopatin jogasse pelo seguro e com o Returnal ainda bem presente confesso que o Replica não mexeu muito comigo; o disco do Maus rodou tanto que agora enjoa, e o Blake é um chato; agrada-me saber que gostas de Barn Owl e The Caretaker; Tim Hecker é um génio!; Grouper confundiu-me com os dois discos que juntando os melhores momentos dava um perfeito.