Ainda se fala de 2011? Mamiffer

9. Mamiffer – Mare Decendrii [Sige]
Por muito esforçado que este álbum me tenha parecido às primeiras audições, compreendi assim que o mesmo crescia em mim estar perante um disco fascinante, étereo e completamente diferente daquilo que eventualmente ouvi e iria ouvir. Foi então por “isto” que um tal de Aaron Turner fecha as portas de uma banda chamada Isis, pela procura de novos caminhos, por ser alérgico ao acomodismo.. Não escondendo as saudades da banda de Panopticon, a honestidade é impagável. Mas, não lhe centremos as atenções pois é a sua esposa Faith Coloccia – que se rodeou não só de Aaron como Brian Cook, Eyvind Kang, Jessika Kinney, Randall Dunn, Timba Harris, Don McGreevy, Joe Preston, Jussi Lehtisalo, Mika Ratto, Parvaneh Daneshvar – o cérebro do projecto.
O segundo longa duração dos Mamiffer é um belo pedaço expressionista que nos embala com momentos minimalistas e meditativos num registo balanceado entre passagens clássicas e doom escondido. Amor. Muito.

Comentários

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  1. André

    Verdade: “It’s a sonic journey, a dynamic, living, breathing experience, a labor of love, and a bold new language.”

  2. Tiago Esteves

    Este foi um dos discos monumentais de 2011. Que me perdoem a blasfémias, mas se para isto acontecer, ISIS tinha que acabar, então que assim seja….