AMPLIFEST 2013: Pharmakon

André Coelho

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Blending industrial, noise and power electronics, Pharmakon’s music is definitely apocalyptic in its nature but still manages to crawl sneakily into the listener’s mind with its slow pace of deep, droning percussion. The orchestration of this infernal gathering of chainsaw synth tones, eerie phased-out singing, horrific screaming and blankets of black noise is the lone work of the Brooklyn-based musician Margaret Chardiet, whose first widespread record “Abandon” has just been released by Sacred Bones. Just like its music, Pharmakon’s live performances are as terrifying, nightmare-inducing and otherworldly intense as one can expect.

Apesar do cariz apocalíptico da fusão de industrial, noise e power electronics praticada por Pharmakon, a sua música tem a habilidade de rastejar para os confins da mente humana por via dos drones ritmados e profundos que lhe servem de percussão. A orquestração desta amálgama infernal de sintetizadores abrasivos, horrendas vocalizações e ondas de ruído negro é, surpreendentemente, o trabalho solitário da jovem nova-iorquina Margaret Chardiet. Com “Abandon” –  o seu primeiro registo com distribuição a uma mais larga escala através da editora Sacred Bones – na bagagem, Pharmakon apresentará no Amplifest uma actuação muito à imagem da sua música: aterradora, negra e absolutamente intensa.

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