AMPLIFEST 2014: PALLBEARER

Artwork by André Coelho

Há uma coerência ritual em tudo o que fazem os doomsters Pallbearer: “Sorrow and Extinction”, tento de longa-duração único na sua discografia, pesa num acto de memória, desafiada pelo tempo e pela erosão, em doom de mística fúnebre que não se arrasta ao downtempo excessivo. Os norte-americanos assumem o nome de quem carrega o caixão (literalmente), mas não vergam com a carga da morte, do mediatismo, ou da responsabilidade de assinarem um dos discos mais bem recebidos de 2012. A estreia em Portugal acontecerá a propósito do Amplifest, no próximo mês de Outubro, depois dos Pallbearer terem passado por festivais europeus tão icónicos quanto o Roadburn e justificado toda a atenção dada pela crítica especializada.

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There’s a unique and coherent idea behind the sound of Pallbearer. Their name says it all: they carry coffins with a mitigating guitar-lead strength, dooming their way into our memory and defying time, erosion and nature with spinebusting tunes. The weight of the doomster’s responsibility as messengers of the morbid isn’t enough to question the quality of a critically acclaimed first full-length “Sorrow and Extinction” and of the way it has been delivered live. Pallbearer are now known for knocking socks with walls of sound, riff after riff, after riff and we’re not expecting least from them for the Amplifest concert, their first in Portugal.

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