AMPLIFEST 2014: PHARMAKON

Artwork by André Coelho


Blending industrial, noise and power electronics, Pharmakon’s music is definitely apocalyptic in its nature but still manages to crawl sneakily into the listener’s mind with its slow pace of deep, droning percussion. The orchestration of this infernal gathering of chainsaw synth tones, eerie phased-out singing, horrific screaming and blankets of black noise is the lone work of the Brooklyn-based musician Margaret Chardiet, whose first widespread record “Abandon” has was released last year by the Sacred Bones label. Just like her music, Pharmakon’s live performances are as terrifying, nightmare-inducing and otherworldly intense as one can expect; and this year, after an urgent health issue that prevented her from playing at the 2013 edition, Pharmakon will finally unleash her wrath at Amplifest.

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Apesar do cariz apocalíptico da fusão de industrial, noise e power electronics praticada por Pharmakon, a sua música tem a habilidade de rastejar para os confins da mente humana por via dos drones ritmados e profundos que lhe servem de percussão. A orquestração desta amálgama infernal de sintetizadores abrasivos, horrendas vocalizações e ondas de ruído negro é, surpreendentemente, o trabalho solitário da jovem nova-iorquina Margaret Chardiet. Com “Abandon” – o seu primeiro registo com distribuição a uma mais larga escala e com o selo da editora Sacred Bones – na bagagem, Pharmakon apresentará finalmente no Amplifest, depois do cancelamento na passada edição devido a um problema de saúde, uma actuação muito à imagem da sua música: aterradora, negra e absolutamente intensa.

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