Amplifest 2014: What the press said so far

Jorge Silva

Jorge Silva

Already on its fourth edition, the growth of the Porto-based Amplifest is noticeable just by glancing at this year’s unbelievable line-up. From established veterans of every side of the experimental and alternative spectrum like Swans or Peter Brötzmann to young upstarts like Vvovnds, Hexis or Pallbearer, with detours through unexpected territories like the lovely dreaminess of Marissa Nadler, not to mention exhibitions, talks, films and listening sessions, it’s two very, very packed days where you’ll barely find time to eat or even sit around the fantastic Hard Club venue, the very heart of Amplifest. It’s only been a few days, but we’re aching for Amplifest take five already.

in Cvlt Nation

No Amplifest o ruído é catarse.

in Público

Já não é possível falar do Amplifest como um evento isolado, como se se tratasse duma espécie rara de festival que resultasse uma vez na vida. Consumada, e diga-se desde já com sucesso, esta 4ª edição do festival portuense, o facto de já se fazer menção a uma edição de 2015 é um sinal claro à continuidade, crescimento e afirmação duma promotora que assume há largos anos um lugar incontornável no que à arte e cultura diz respeito em Portugal.

in Ruído Sonoro

Não tenho dificuldades em escrever que o Amplifest de 2014 foi o melhor em que estive desde o primeiro, em 2011. Continua imaculadamente bem organizado, com horários cumpridos e uma circulação entre os espaços sem qualquer dificuldade. O cartaz deste ano foi sem dúvida o mais interessante, não obstante o que continha Godspeed You! Black Emperor, que ofuscam tudo o resto. Mais eclético, mais forte, mais completo. Se o quarto ano foi assim, aguardo com ansiedade o anúncio de como vai ser assinalada a marca semi-redonda do quinto aniversário para o ano.

in Bodyspace

O modelo de festival, desde a escolha do alinhamento, ao tempo de actuações e às condições das mesmas, pode ser completamente diferente da norma actual e por isso se compreende a negação (“não é um festival, é uma experiência”). Terminado o fim-de-semana e juntando o que se viu do segundo dia ao que vimos no primeiro, nunca sendo demais relembrar o quão irreal pareceria os YOB abrirem um festival destes há uns anos atrás, somos forçados a questionar se não é isto que um festival deve ser. Ao crescimento que resultou na melhor edição do festival até à data foi aliada a manutenção do espírito familiar do festival; só isso explica a forma de interacção entre o músicos e público durante o festival e a forma como um infortúnio familiar se tornou numa improvisação demonstrativa de paixão por aquilo que se faz entre músicos que mal se conheciam. Se os Swans elevaram no sábado a fasquia de concertos no Amplifest, também este elevou a de festivais em Portugal. Se não o fez, dificilmente algo fará.

in Ponto Alternativo

Já estamos cheios de saudades do Amplifest. Têm sido quatro edições muito intensas e, para quem tem acompanhado de ano para ano, é com um orgulho imenso que saímos do Hard Club com a sensação de que o festival cresce de ano para ano, não só em Portugal como além- fronteiras. Que o Amplifest viva para sempre, pois nem o início de Outono teria o mesmo sabor. Venha 2015!

in ArteFactos

Verdade seja dita: foi do caralho.

in Imagem do Som

(…) prova absoluta do espírito de colaboração musical presente no Amplifest e que é raro ver nos restantes festivais.

in RUC

O Amplifest é um festival de música ‘alternativíssima’ e com excelente bom gosto, não para massas mas para quem gosta realmente de ‘ouvir’ e ‘sentir’ música nas suas variadas formas não comerciais.

in Fest Mag

AMPLIFEST CADA VEZ MELHOR DEIXA EM ABERTO QUINTA EDIÇÃO PARA 2015

in Porto 24

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