Atordoado até ao túmulo

Quarta-feira passou e estava eu distraído a ver como os Tombs me deixavam completamente azamboado com o novo Path of Totality.


A sério, que dia é hoje?
Eu nem sou destas coisas de fazer listas, mas, caramba, o ano ainda não chegou ao fim e sinto uma urgência enorme de dizer que estes gajos, este ano, estão mesmo lá em cima.
Acho que há uma quantidade muito limitada de chapadas que uma pessoa normal deve tolerar. Mas a agressividade deste disco passa das marcas – ao mesmo tempo que as deixa bem estampadas. Também acho que há uma quantidade limitada de porrada que uma pessoa normal consegue esquecer. Este enxerto vai andar a perseguir-me até Dezembro. Mas não sou nenhum guru, por isso aceito objeções (e, se merecidos, alguns insultos).

Comentários

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  1. André Forte

    eu até estranhei que a crítica andasse toda entusiasmada com isto, mas não há como não estar, parece-me. :)

  2. Também deixou fortes impressões cá em casa, embora não tenha grande preocupação em fazer ranking anuais. Mas é certamente um dos trabalhos mais viscerais que me passou pelas mãos nos últimos tempos.