“Da equipa que trouxe ao Porto a cultura musical desejada há já muito tempo, depois de tanta queixa nortenha em relação ao centralismo, este é o festival de quem, por amor e crença na arte, lutou para que houvesse eventos culturais de qualidade na cidade Invicta, mesmo que isso nunca lhes trouxesse lucros recompensadores em relação ao trabalho e suor exigido na tarefa.”

Música Sem Merdas

E depois de eventos absolutamente inesquecíveis, para mim, como o concerto de Kayo Dot e Isis – entre outras bandas emblemáticas, que muitos se arrependem de ter perdido por falta de conhecimento (como eu), por exemplo: Russian Circles, Mono, Fuck Buttons, A Silver Mt. Zion, Pelican, These Arms Are Snakes e Altar of Plagues – a Amplificasom era a promotora mais badalada e aclamada entre a cultura underground, entre aqueles portuenses, e não só, que sentiam a música de maneira diferente e que andavam atentos ao que se ia passando culturalmente na sua cidade.

Até para o ano indeed, Música Sem Merdas.

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