Desabafo…

“Now I’m an electrician’s helper. I make $150 a day, cash. We pull wire, I mule the tools up and down, and I’m learning about electrical stuff. One thing I’ll tell you is, when you devote your life to art the way I have, when you devote your life to playing music that’s under the radar and out of the mainstream and absolutely refusing to sell out — I mean, I’ve had offers from rap dudes who want to buy part of my songs to put in rap songs, and I will not fuckin’ do it. No fuckin’ way, no how. You could offer me fifty fuckin’ grand to take part of my song and put it in a rap song and I will turn you down on the spot, guaranteed. I’ll never, ever compromise my art. And when you have that kind of ideal, you can bet your ass you’re never gonna be able to learn a trade, because you’re gonna be out struggling on the road. You can bet your ass that you’re gonna miss your kids’ and your wife’s birthdays, you can bet that the most important show you can get is gonna fall on someone’s birthday, one of your kids’ or your wife. That’s the kind of thing you’ve gotta do. If you’re not willing to do that, don’t do it.” Scott Weinrich

Comentários

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  1. Alexandre Fernandes

    A integridade não tem preço.
    De qualquer forma, 150 dólares por dia não é nada mau…

  2. Scapegoatt

    Este pessoal do stoner/doom é dos bravos =) O Matt Pike tb trabalha na construção civil (ou trabalhava). Mas se é de louvar é a atitude destes musicos. O Wino é uma lenda viva, e no entanto modéstia não lhe falta. São estas qualidades que faltam em mts músicos da nova geração. Não vou mencionar nomes para não ferir susceptibilidades :P

  3. Alexandre Fernandes

    Pá, muitas das bandas que nós ouvimos são uns tesos do cagalho.

  4. jorge silva

    boa atitude!!!

    agora um pequeno àparte: eu sei que o nível de vida é diferente e tal, mas 150$?! fosga-se!!! eu não me importava de ganhar 1/3 disso por dia!!!

  5. ::Andre::

    Mas vamos ver uma coisa: alguém que aceite vender partes da sua música para um outro estilo e que considere essa fusão também como arte já passa a ser vendido?

  6. Pedro Mendes

    A arte e o que criamos é individual a cada um. O que cada um quer fazer com o que criou é do seu livre arbítrio. Se alguém aceita vender partes da sua musica para fusão com outros géneros, coisa que sempre existiu, tem toda a liberdade para o fazer. Se não o tivesse, com terceiros a mandar e a controlar a sua arte, aí sim provavelmente estava vendido. O Wino tem liberdade para isso, para não o querer, e só provou nesse desabafo que não o está. Outros optam por vender ou por ceder o uso por parte de terceiros da sua arte. Outros optam por criar sem limites, sem restringimentos de correntes ou géneros musicais. Outros optam pelo silencio. Tudo isso é válido e não é vender-se. Provavelmente muita bandazeca ou pseudo musico que por aí anda não tem essa liberdade (ou capacidade) para escolher entre essas opções. Será que não são esses os vendidos?

  7. BrainStorm

    Subscrevo as tuas primeiras linhas, o resto é conversa fiada…
    A bem da nação!! ganda WINO!!!

  8. Crestfall

    Se tu cedes os direitos da tua obra ou de parte da tua obra apenas por interesse financeiro, é vender. E tb só vive mal com isso quem quer.