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  1. mute_suds

    Já há uns 6 anos ou mais que digo isto e nunca ninguém me levou a sério. Não é que se perceba do post qual a validade do estudo e não acho que confirme o que quer que seja – mas a ligação é óbvia!

  2. mute_suds

    E também não se percebe o que caracterizam como heavy-metal, pois a grande maioria do heavy-metal (principalmente o dito comercial) não é mais que música pop/rock redonda ou quadrada.

  3. Crestfall

    Eu só gosto de cerveja por isso não me quero pronunciar.

  4. ::Andre::

    Será que a ligação é mesmo óbvia? Se hoje me visses vestido de camisinha será que me imaginarias como um gajo que tanto ouve Murcof como Burzum ou Joy Division? E quando ponho a bela da gravatinha?

  5. mute_suds

    Não me refiro à imagem, mas simplesmente à audição de heavy-metal (e mais uma vez suponho o heavy-metal na sua vertente mais comercial). A ligação parece-me óbvia (contudo não seria algo que generalizaria – ao contrário do estudo que apresenta resultados de generalização – mas que identifico como uma ligação que está presente de forma recorrente).

    Nem que seja pelo carácter sinfónico de algum heavy-metal ;)

  6. mute_suds

    E apesar da tal ligação que identifico parece-me ser algo mais uni-direccional no sentido do heavy-metal (de novo, na sua vertente mais comercial) para a música clássica (e aqui também escolheria, como disse atrás, sinfónica). E estou a falar em termos de ouvintes e não em termos de “estilos”.

    Daí que o lacinho ou camisinha não me desperte o pensamento de ouvinte de heavy-metal; mas um metaleiro mais facilmente me desperta o pensamento de ouvinte música clássica (ou sinfónica).

    Como disse, não é algo que quero generalizar ou estereotipar, mas é algo em que já pensei muitas vezes – e que em algumas se verifica.

    E tal como o artigo indica (bem como outros factores que não são mencionados) é inegável que há mais factores em comum do que o que inicialmente se poderia pensar.