“Em Vertikal estão reunidos os elementos que tornaram CoL uma banda especial e que ligaram o seu nome a obras intemporais.”

Passaram mais de quatro anos, quase cinco, desde o último lançamento de Cult of Luna. Para a velocidade do mundo contemporâneo talvez seja demasiado tempo. Mas CoL não produz ao ritmo das exigências do consumo, nem tão pouco o faz com o propósito fetichista de alimentar um nome que é merecidamente alvo de algum culto.

Vale a pena ler a crítica que Diogo Duarte escreveu no PA. Aqui. E faltam duas semanas para o regresso a Portugal!

Comentários

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  1. Nuno

    Alguém conhece a setlist do concerto em Hamburgo?
    Qualquer outra da novo tour é bem-vinda para tirar uma dúvida em relação à importância do (novo) disco conceitual nesta digressão. Obrigado!

  2. T. Ramiro

    O novo disco é muito importante e vai estar em peso durante a tour, aparentemente.

    I: The Weapon
    Ghost Trail
    Finland
    Mute Departure
    Vicarious Redemption
    Owlwood
    Passing Through
    In Awe Of

    Já começo a ficar com aquela ansiedade..

  3. Nuno

    A fechar com a In Awe Of? A essa setlist só acrescentava a Leave me Here.
    Bem, vemo-nos no Hard Club!

  4. André

    Não passam cá há muito tempo, não me admirava que nos dessem um mimo ou outro. E que não fiquem tantos anos sem cá voltar, mas isso dependerá também de eventuais casas cheias ou não.

  5. T. Ramiro

    Venha daí o Vertikal. Tenho gostado do disco. E sempre temos o malhão que é a Finland, não nos podemos queixar. Além de que é o álbum que acabaram de lançar, é normal quererem tocar o material recente.
    Eu tenho ideia que não são muito de mudar a setlist, mas se tu o dizes, André.. :)

    Lembrei-me agora da passagem dos Isis por cá (nunca é demais recordar), na altura estava céptico por saber que iam tocar essencialmente o Wavering Radiant, foram só para aí os concertos de uma vida.