FÆMIN: o novo dos Process of Guilt à venda a partir de hoje

Três anos após o lançamento de «EROSION», os Process of Guilt regressam com o seu melhor álbum até à data. Com «FÆMIN», o quarteto leva ainda mais além as raízes monolíticas da sua música, exibindo um novo nível de peso e intenção, enquanto mantém intactas as atmosferas obscuras habitualmente associadas à sua música. Misturado por Andrew Schneider (nos Translator Audio Studios em NY) e masterizado por Collin Jordan (no The Boiler Room em Chicago), «FÆMIN» é composto por 5 temas concisos, mais curtos do que habitual para os padrões da banda, mas no geral mais intensos e contundentes do que qualquer coisa que tenham criado anteriormente. Movendo-se de forma segura através de uma dinâmica rítmica surpreendente, a banda explora uma abordagem vocal mais diversificada, um groove hipnótico e uma secção rítmica devastadora. Mantendo inalteradas a paixão eterna pelo feedback e a criação de riffs do tamanho do mundo, com «FÆMIN» os Process of Guilt criam paisagens sonoras desoladoras e escavam ainda mais fundo o seu lugar na cena.

Primeiras críticas:

Se “Renounce” e “Erosion” foram construções circulares, “FÆMIN” é o centro megalítico da carreira dos Process Of Guilt – um punho no rosto de deuses esquecidos.
in Arte Sonora 9/10

(…) souberam reinventar-se em “Faemin”, mantendo intactas as qualidades que fizeram do antecessor um colosso e expandindo-as além do horizonte vislumbrável para o comum dos mortais. (…) A complexidade dos Process of Guilt vai muito para lá da técnica. Tem tudo a ver com sentimento. O móbil da verdadeira Arte.
in Loud! 9/10

I live for albums like this, the ones that aren’t afraid to take a look at life and dwell in its true colours. The band brings us this work, made up through their existences and life experiences, and you end up feeling as if it was your own heart and mind put into it, as if the very fabric of your life had been altered by its passage. There are those who follow and those who lead, and as the tales recount he who kills the king becomes the king himself. It’s with this thought in mind and a target in Neurosis that Process Of Guilt delivers their best effort yet, leaving behind everything else that they’ve done priorly, while still sounding like themselves. Renounce and Erosion aren’t rendered useless because of Faemin, and frankly none of their albums can be directly compared, if not to describe the band’s evolutionary stepping, but they have indeed become obsolete when compared to this new work. As I said above, the band and its members don’t feel contempt in finding a winning formula to write albums because to them it’s the road travelled between each work that counts, and that’s what ultimately molds and shapes its final outcome. The process of guilt is the road we travel every day of our lives. We may cheat our way into a victorious ending many times, but honestly speaking, this is something the band will never, ever do. Their desire to continuously travel the path of life and its emotional outlines is what makes them, and by extension their sound, so genuine. This album might very well be the end of a fantastic cycle, and if so it is one worthy of effigies and never-ending tales of lavishing fulfillment, as it is nothing but absolute aural perfection.
in Riff Mag 10/10

(…) A banda tem sofrido uma constante evolução do seu som, manifestando-se cada vez mais massivo e capaz de derrubar edifícios. A esta altura da carreira, as suas influências não têm mais um papel preponderante na discussão dos seus riffs e da escrita dos trabalhos. Os Process Of Guilt chegaram à altura em que merecem ser imitados e serem tomados como um exemplo a seguir para quem quer levantar um projecto do género, pois “FÆMIN” contém uma das sonoridades mais refinadas que já se escreveu (…).
in Ruído Sonoro 96/100

FÆMIN tour:
29/04 @ SWR, Barroselas
11/05 @ CAE (Quina das Beatas), Portalegre
12/05 @ SHE, Évora
01/06 @ Estudantino, Viseu
02/06 @ Hard Club, Porto
16/06 @ ZDB, Lisboa

Comentários

Comentar