Io sono l’amore

A bela fotografia, os planos masturbatórios, o elenco escolhido a dedo, a Tilda Swinton, Milão na transição do século, referências cinemáticas/ musicais de bom gosto…tudo conjugado na perfeição dá origem a mais um suspiro “ahh o cinema europeu”. É um prazer cinéfilo incomparável. I Am Love não é perfeito e até peca q.b. nos minutos finais, mas o resto é mesmo amor.

Comentários

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  1. ::Andre::

    Nothing Personal deve ser o próximo.

    Avisaste indeed :)

  2. João Veiga

    segundo o Roddy Bottum, o seu filme favorito deste Verão :P

  3. Scometa

    vou ver se ainda apanho este no cinema, nada como o grande ecrã.