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  1. Pedro

    Já tenho o disco de Allstar Project, mas só vou ouvir depois… :p Depois contem como foi GIAA ou Vert. Se forem….

  2. Rui_mktspace

    Estou mortinho que chegue logo pata ver ver e ouvir os God is an astroanut….
    Eu vou ver GIAA…. se quiseres fotos avisa.
    Fui

  3. Pinho

    Eu fui…e adianto que foi muito bom. Assim que tiver mais tempo tento escrever algo sobre o concerto :)

  4. Saturnia

    Eu também fui e nunca pensei que fosse esgotar ou seja, tive de ver o concerto dentro de uma salinha e ouvi.los abafadamente… no bar dava para ouvir o som mas não exactamente como se tivesse sentada na sala.
    Não consegui resistir e esquivei-me para dentro da sala nas duas penúltimas músicas do encore.
    Todos deviam experimentar os GIAN ao vivo depois descubram porque…
    Tocaram algumas das minhas músicas preferidas: Fragile e Coma foram qualquer coisa mesmo observando.os daquela sala “Kubrickiana”.
    A primeira banda é boa naquilo que faz mas é cópia de cópia e chocou.me um pouco alguns deles não terem ido ver os GIAA e ficaram no bar isto porque tive de forçosamente ouvir a conversa que iam tendo na sala onde estávamos… ou seja, da próxima vez tentem respeitar quem lá esteve para ver um concerto.

  5. Crestfall

    Eu gostei de ver GIAA em Famalicão mas também não foi nada de transcendental… Não esperava que este fosse esgotar.

  6. ::Andre::

    para mim também foi uma surpresa ter esgotado, o que vi e ouvi em famalicão não passou de uma banda mediocre e o ultimo álbum é parco em ideias… optei por não ir e apesar de ver todo o v/ entusiasmo continuo a achar que fiz bem.

  7. Pinho

    Saturna, não faço a mínima do que os The Allstar Project (nome infeliz) possam ter dito…
    Sobre o concerto deles, achei previsível e as músicas, apesar de agradáveis, pouco ou nada acrescentam ao género. Enquanto estiveram no palco tiveram o respeito de dizer algo como “vamos tocar a última música porque os senhores que se seguem dispensam apresentações”.
    Se não assistiram aos tais senhores, não me importa, a sala estava lotada e até se compreende a escolha pelo bar (onde suponho que também se ouvisse qualquer coisa…)
    Como banda na condição de abrir a principal cumpriram. E houveram momentos que merecem ser ouvidos novamente com maior atenção…

    Dos God is An Astronaut, não posso estabelecer qualquer comparação com concertos anteriores, porque era primeira vez que os via in loco. Posso adiantar que superaram as minhas expectativas (elevadas).
    Entraram no palco sem alaridos, o público pouco se manifestou. Mas depois dos primeiros acordes da Tempus Horizon, os God is an Astronaut revelaram conseguir comunicar com a audiência de uma forma própria. A cada tema correspondia um vídeo que passava na enorme tela montada no palco. E era através dessa tela que os Giaa interagiam com o público. Aparentemente fáceis de descodificar, as imagens davam uma outra amplitude aos sons que saiam dos instrumentos da banda irlandesa. Suicide by Star foi um desses casos. Por detrás do tema escondia-se o caso do fã (Ricardo Lopez) de Bjork que se suicidou frente a uma câmara de filmar ou a Fragile que levanta a questão do sacrifício de animais em prol da evolução do homem. As imagens eram bem exploradas, mas engane-se quem pensa que a música passava para segundo plano. As imagens funcionavam como parte integrante da música que nos levava aos mais variados estados de espírito.
    “Route 666” foi o caso mais explícito. O trio irlandês começou por deixar-nos um sorriso nos lábios para depois nos deixarem pregados à cadeira. À ironia sobre os padres que usam o nome de Deus, seguiu-se uma representação do demónio e nas partes em que a banda ameaçou desabar o Passos Manuel, a imagem que acompanhava fixou-se intensamente sobre os olhos vermelhos do demónio. O concerto já ia longo e as dúvidas do que a banda era capaz, pareciam dissipadas. Far From Refuge demonstrou mais uma vez a capacidade que os God is an astronaut têm de levar o público até ao céu para de seguida o atirar desamparado qual bomba atómica a desmoronar-se no solo.
    Esta é a melhor forma de explicar o que a banda faz. Pinta quadros belíssimos mas não se esquecem de lhes dar a devida intensidade.
    Visitaram temas de toda a sua discografia com especial atenção para o último Far From Refuge (Far From Refuge, Tempus Horizon, New years End, Radau, Sunrise in Aries) , mas não deixando quem esperava por temas de All is Violent All is Bright (Suicide by star, Fragile, Fire Flies and empty skies, Forever Lost) ou End of the Beginning (End of the Beginning, Point Pleasant, From Dust to the beyond, Route 666, Coma) desapontado.
    E quando o público se levantou para os aplaudir, após o final do encore, não previa que outro se seguiria…
    Aí sim, o público dedicou-lhes a maior ovação da noite.
    Eu sei que já alguns dias passaram, mas não faz sentido deixar esta experiência enriquecedora apagada no tempo…
    da minha parte é só.