Neste fim-de-semana metzam este disco a tocar!

É sangue a jorrar da jugular e memórias de passados distantes, como o grunge dos Nirvana, adaptadas numa maneira não outdated. Vale a pena ir por aqui. Sem “Headache”.
na VICE

Que mais há para escrever? Como todas as bandas que pretendem alimentar qualquer tipo de revolta interior que tenhamos, os Metz não existem para ser pensados, mas para ser ouvidos, o volume no máximo, a granada na mão. A música falará por si, importa o que nós, enquanto ouvintes faremos com ela. De preferência, uma revolução; não estando essa hipótese sobre a mesa, chatear quem quer que seja para os trazer cá também não é má ideia.
no Bodyspace

But while evidence suggests great concerts and great records are becoming mutually exclusive ideals for aspiring artists, Metz prove that, with a little patience, you can still have it both ways.
8.5 na Pitchfork

For all its abrasion and denatured noise, Metz isn’t a statement of nihilism or finality; it’s a bright, exploratory scalpel making the first of hopefully many incisions.
100 no A.V. Club

Brilliant: like all the best bands in the world playing through one broken amp at maximum volume.
80 na Kerrang

Metz are a whirlwind of unrelenting intensity, proving that there’s still plenty of life to be wrung from being a three piece band inventively shredding eardrums. It also shows that there’s plenty of reward in doing things the slow methodical way, instead of hastily throwing together any old slapdash in order to placate the content mills. So why settle for comfortable beige when you could have something so much louder instead?
no The Quietus

Metz deliver the same righteous anger that informed much of their favourite music in the early ’90s. The players might have changed but the problems remain the same: those affected by youth unemployment and conservative government can find salvation in hardcore. Metz are here to offer you redemption.
8 no NME

Undeniably one of my favorite albums of the year, METZ shines brightly, like a Molotov cocktail at the moment of impact. This is that rare record, that rare band that makes one want to pull out the old soapbox, drag it into the public square, and shout atop it until I’m hoarse. As if convincing people to accept METZ as rock ‘n’ roll saviors were that easy…
no PopMatters

Não se limitaram a ser um rip-off de toda a pinta da época e soam realmente a grunge em 2012. Soariam assim os Nirvana se ainda existissem. Ou não. Ninguém quer saber. Guitarra + voz + baixo + bateria + amplificadores no máximo e está a andar. Foda-se, que bem-vindos são!
neste querido blog

Pra quem andava com saudades dos dias de glória da Sub Pop, quando termos como indie folk e afins passavam longe dos esporros que vinham da gravadora, METZ, o disco, é a redenção.
no Pequenos Clássicos Perdidos

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