Neurosis begins a new chapter

As of today, after much thought and discussion, visual projections as we have presented them over the last 20 years will no longer be part of Neurosis live shows.

“We are going to begin the process of reinventing our live presentation. This process will begin at zero, allowing the music to speak for itself and lead us where it may. Whatever form or however long this may take is unknown.

“This also signals a parting of the ways with our visual artist of the last twelve years, Josh Graham. Josh’s tireless work and talent came at a time when we really needed it and carried us gracefully into the video age with original content we couldn’t have dreamed of when we were just starting out. Our parting comes from a place of mutual respect, friendship and understanding. We all agree that this is a step Neurosis has to take and are open to working together on specific projects in the future. We wish him success and the best of luck with all of his own musical endeavors and artistic passions. In the spirit of sound, -Steve, Dave, Jason, Noah, and Scott

Vi os Neurosis com o Josh Graham e posso confirmar que as projecções ofereciam uma componente visual muito cativante, complementavam os sons e palavras que o quinteto emanava em palco. No próximo domingo, a fazer lembrava aquelas trips “Hoje não venho jantar, mas amanhã estou cá para o almoço” confirmaremos se o líder dos A Storm of Light, com o qual trabalhamos duas vezes, vai fazer falta. Quer dizer, isto não soou bem dito desta forma. Claro que fará falta, claro que era uma mais valia e inclusive visto pela banda nos últimos 12 anos como um elemento da mesma. Será diferente, a música poderá e deverá falar por si só, mas será definitivamente um novo capítulo.

Quanto ao disco, o mesmo que estreou mundialmente no Amplifest, já o deixaram crescer?

Comentário

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  1. Ricardo

    Ao mesmo tempo que saiu o “Honor Found In Decay” tive a feliz coincidência de ter acabado de ler um livro chamado “Man’s Search for Meaning”. Escrito por um judeu austríaco, psicólogo e psicoterapeuta, o livro relata a sua sobrevivência num campo de concentração nazi e analisa-a através do seu olhar de psicólogo.

    O título do álbum, e algumas músicas, mescla-se muito bem com algumas partes do livro, nomeadamente:
    “Suffering is an ineradicable part of life even as faith and death. Without suffering and death human life cannot be complete. The way in which a man accepts his fate and all the suffering it entails, the way in which he takes up his cross, gives him ample opportunitty – even under the most difficult circunstances – to add a deeper meaning to his life. It may remain brave, dignified and unselfish. Or in the bitter fight for selfpreservation he may forget his human dignity and become no more than an animal”

    “He will have to acknowledge the fact that even in suffering he is unique and alone in the universe. No one can relieve him of his suffering or suffer in his place. His unique opportunity lies in the way in which he bears his burden.”

    “It is spiritual freedom – which cannot be taken away – that makes life meaningful and purposeful”

    É um grande livro, lê-se bem e é barato.

    Juntos, o livro e o álbum, são bons companheiros de cabeceira e de vida sobretudo no momento económico, social e político que estamos a viver.

    Tinha curiosidade de saber se algum deles já tinha lido o livro e se isso ou outras coisas influenciaram a temática do álbum e das músicas (a situação económico, social e político dos EUA não deve ser alheia de certeza)

    E vocês conseguiram relacionar o álbum com algum livro, filme ou experiência pessoal que tenham tido?

    (PS: comentei isto na rubrica “Hi, this is ricardo from Loud” com os Neurosis mas se calhar faz mais sentido aqui. Portanto, desculpem lá o double post)