Nunca é tarde…

Não, nunca é tarde para descobrir um álbum ou uma banda nova. Uma das coisas boas na música é que ela é intemporal. Quando saiu o último Interpol, a fase não era a melhor e acabei por me aborrecer. Hoje sim, hoje faz mais sentido e até já o tenho na prateleira. Não teve o impacto do TOTBL e provavelmente nenhum outro álbum deles terá, mas ainda bem que o recuperei.Em relação aos Oxbow, tinha uma relação agridoce. Vi-os ao vivo e foi brutal, mas em disco nunca “bateu”. Decidi voltar a pegar nele, ouvir calmamente e…. a Rock-A-Rolla tinha razão quando o elegeu como o álbum do ano em 2007.

Comentários

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  1. RMJ

    Turn On The Bright Lights é um disco unico. Daqueles que só se faz uma vez:) É o meu favorito da banda, e de sempre. No entanto também gosto bastante do ultimo, mais do que de Antics, mesmo sabendo que isto pode chocar algumas mentes mais fanaticas do segundo longa duração dos meninos de NY.
    O Black EP também é outra pérola… :)

  2. Crestfall

    Interpol… Eu na altura avisei-te que o singles era o pior tema e que o disco não era nada mau.

  3. André Forte

    eu adorei o álbum de interpol – claro que ponho os três da banda em patamares diferentes. e aquela música de abertura, ao vivo, é uma bomba de drama :D resulta sempre na perfeição (pelo menos nas duas vezes que os vi resultou)

  4. Tiago Esteves

    Ainda hoje estive a ouvir os álbuns de Interpol e a pensar que esta banda é daquelas especiais. Gosto msm mto deles. Todos os álbuns são bons e acho que não têm uma música que se possa dizer que seja menos digna de pertencer a qq um doa álbuns.

  5. Pedro

    De uma forma geral concordo com o que foi escrito pelo Tiago. O “Our Love to Admire” é um disco excelente. É certo que a banda teve uma maior exposição mediática com este trabalho e isso levou muita gente a poupar na euforia. O “Antics” é outro disco de grandes canções (sim com tudo no sítio) e que de vez em quando me dá muito prazer ouvir. É clara a evolução desde o “Turn On…” e a ter que se fazer um juízo, trata-se de uma evolução francamente positiva.

    pedro nunes

  6. ::Andre::

    Eu não poupei na euforia até porque eu só conheci Interpol um ano depois do boom do TOTBL (até me lembro que o comprei em promoção por 9,95€). Na altura não me bateu, mas não por essa razão.

    Quanto à evolução, não creio que seja a palavra a aplicar. Interpol continua bom, despegou-se até de alguns tiques de JD, mas o primeiro continua a provocar arrepios… não?

  7. Susana Quartin

    OK, afinal não é heresia, o cd de oxbow está brilhante.