O que é que os Cult of Luna têm em comum com Dirk Serries aka Microphonics?

Benjamin van der Zalm

Em Junho de 2008 escrevi o seguinte sobre o Frenzy of the Absolute de Fear Falls Burning:

Dirk Serries, o cérebro por detrás de Fear Falls Burning, regressa com aquele que é, para mim, o melhor álbum da sua carreira. Não estou a contar com a fantástica caixa de cinco LPs – esse é para mostrar aos netos como um conto de fadas – mas talvez tenha influenciado na direcção que tomou agora com “Frenzy of the Absolute”. Acompanhado pelas batidas repetitivas de Magnus Lindberg (Cult of Luna) e Tim Bertilsson (Switchblade), Dirk mescla-as nas suas camadas paisagísticas, ora com longos trechos fantasmagóricos ora com sussurros distorcidos. Mesmo sabendo que este trabalho levou praticamente um ano a ser concluído, tudo me parece espontâneo como se tivesse sido gravado sem ensaios e de uma vez só. E terá sido um acaso ou será para continuar? As camadas de riffs parecem respirar melhor, parecem mais livres como se tudo fosse um quebrar de barreiras. A verdade é que ao fim deste três anos, Fear Falls Burning tem-se manifestado como um dos nomes mais importantes do drone. Com ele não há limites, já o provou, e o melhor está sempre para vir…

Mas foi no primeiro dia de Novembro desse mesmo ano que, enquanto nós na mesma noite recebíamos os A Silver Mount Zion no Passos Manuel, Dirk Serries subia ao palco com Magnus Lindberg e Johannes Persson dos Cult of Luna. O resultado impressiona:




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