O Resto é Ruído

Finalista do Pulitzer 2008 – Vencedor do National Book Critics Circle Award
Um dos 10 melhores livros do ano do New York Times

“Por toda a parte se faz sentir a influência da música moderna. Sons vanguardistas inundam as pistas sonoras dos filmes de suspense de Hollywood. A música minimalista produziu um enorme efeito sobre o rock e o pop, desde os Velvet Underground até ao compositor de música electrónica Aphex Twin. Alex Ross, o brilhante crítico musical da New Yorker, faz jorrar uma brilhante luz sobre este mundo e mostra como ele impregnou todos os recantos da vida do século XX.
Nesta abrangente e documentada narrativa, Ross conduz-nos desde a Viena de antes da Primeira Guerra Mundial, até Paris dos anos vinte; desde a Alemanha de Hitler e da Rússia de Estaline, até à downtown de Nova Iorque dos anos sessenta e setenta. Acompanhamos a ascensão da cultura de massas e da política de massas, a ocorrência das novas e espectaculares tecnologias, das guerras quentes e frias, de experiências, de revoluções, de tumultos e de amizades feitas e desfeitas.
O resultado final não é tanto uma história da música do século XX, mas sim uma história do século XX através da sua música.”

Blog do autor: http://www.therestisnoise.com/

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Comentários

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  1. ::Andre::

    Críticas de imprensa
    «Só ocasionalmente alguém escreve um livro que esperámos toda a vida para o ler. Esta história da música do século XX é um desses livros.»
    The Guardian

    «Ross é um escritor altamente dotado que nos conduz pela riqueza política e tecnológica do mundo mágico da música.»
    Time

    «A música do Século XX é literalmente composta de grandes estórias de escândalos, revoluções, intrigas, sonhos e ambições e todas elas dão a este livro um extraordinário toque precioso.»
    The Observer

    «Com a sua erudição e paixão, Ross eleva o significado da música para um novo nível.»
    The Sunday Times

    «O Resto é Ruído agarra a música actual como nenhum outro livro.»
    Times Literary Supplement

  2. ::Andre::

    Se alguém me quiser oferecer no natal ou mesmo no aniversário eu espero…

  3. José

    Já agora… o livro é excelente. É um bocado técnico no que toca a técnicas de composição na parte inicial do livro, o que pode provocar algumas "desistências".
    É engraçado a visão que se tem dos compositores, hoje ditos clássicos, como estrelas de rock na época deles.

  4. Luis

    O problema é ter que pagar 27 euros por um livro – não faz sentido….

  5. ::Andre::

    24 na Fnac vá, mas isso do fazer sentido ou não já daria matéria para outro tópico.

    Zé, por acaso não :)

  6. Adriano

    Luis,

    27 euros por um livro não faz sentido? O que fazes para ganhar a vida ou pensas fazer?

    a,

  7. Luis

    Adriano,

    O que faço para ganhar vida é indiferente para a questão. 27 euros por um livro é um roubo – acredita!

    Se bem que eu disse há uns tempos que não iria comentar as decisões das editoras (livros ou cds) relativamente aos preços que decidem praticar. Se estamos a falar de pequenas editoras tenho que concordar que cada uma deve escolher o preço que mais sentido faz para manter a sua sustentabilidade.

    Mas se estamos a falar de editoras maiores ou com apoios aí já posso falar. E também posso falar da política de margem de lucro da maioria das livrarias, fnacs incluídas, que muitas vezes ultrapassa o aceitável e as editoras só concordam com elas pois querem ver os seus livros nas bancas.

    Mas 27 euros?….Um gajo vai a inglaterra ou aos eua e o livros custam metade.

  8. Luis

    E não se leve o acima como uma apologia ao download dos livros – pelo contrário, acho saudável a compra de livros. Eu faço-o várias vezes por ano (sempre equacionando a questão do preço com o que disse acima).

  9. José

    A versão Inglesa vende-se por 8libras (13 com capa dura) na Amazon.
    A mesma edição Inglesa de capa mole custa cerca de 30 euros na FNAC. Aparentemente a FNAC importa livros pessoalmente (vai um funcionario todas as 2as de manhã no primeiro voo da Ryanair para Londres para comprar livros… só pode).
    De qualquer forma, aconselho vivamente a leitura do livro em Inglês. Li o livro em Português e encontrei umas quantas argoladas na tradução (sim, fui comparar as mesmas com a edição Inglesa na Fnac).

  10. Adriano

    ;-)

    Eu já comprei livros por bem mais de 100euros, o meu record é 380 euros+portes. O preço vs conteúdo é o que é, livros baratos existem mts.

    Basta querer/poder, e eu queria mt, e este vale mt. Tens como na música a versão audiobook. É "Free".

    Leiam a versão original em inglês.

    a,

  11. Mário César de Abreu

    Com o José que consta acima… que suponho ser um determinado José, estive a intercambiar "mails" há uns 15 dias… O indivíduo, que se diz crítico musical, além de autor de banda desenhada (o que só lhe fica bem e lhe tem conferido notoriedade e merecidos prémios nesta área) diz que consultou 2 páginas da minha tradução de 600 e tal e cita-me uns 3 ou 4 "erros" (as tais argoladas – que a revisora também não viu…). Apenas concordei com 1 erro (UM): não reparei num travessão e a frase saiu imperfeita. Isto num livro com cerca de 600 páginas e que me levou cerca de 6 meses a traduzir… O próprio autor do Livro – Alex Ross – com quem no final da tradução troquei mails, num deles solicitou-me encarecidamente que pedisse à editora portuguesa que considerasse na edição portuguesa uma grande série de ERRATAS à 1ª edição da sua obra (a partir da qual traduzi o livro), erratas que me enviou em 5 ou 6 páginas que imprimi e tenho aqui num dossier. Fui imediatamente levá-las à editora, claro, que me disse que não se importaria de ser ela mesmo a traduzir o conteúdo dessas erratas, apesar do inconveniente, pois o livro já começara a ser impresso (ainda não vi se o fez porque tenho tido muito trabalho). Vejam portanto: o autor deste livro, nomeado para o Pulitzer, na 1ª edição americana dele cometeu uma quantidade bastante considerável de erros… e vem este indivíduo – que consultou e comparou com o original, na FNAC, apenas 2 páginas da minha tradução, acusar-me de "argoladas". Uma das que me acusa de ter cometido é ter deixado na tradução a expressão WILD WEST… Fi-lo de propósito: o livro é destinado a gente culta que sabe bem o que é o WILD WEST. Não é gente que só esteja habituada a ler biografias de Cristianos Ronaldos… Chamo a este tipo de críticas "exemplos típicos, à portuguesa, de desonestidade intelectual". A quem mo pedir e me der o seu endereço de e-mail, poderei enviar alguns (2 ou 3) dos mails que troquei com este José (meu mail: m.mario.cesar@gmail.com). Sou há longos anos tradutor freelance de instituições como a ONU (várias Agências dela), a Comissão Europeia, etc. e fui-o do Parlamento Europeu durante vários anos. Todas estas instituições são extremamente exigentes quanto à qualidade das traduções. Também traduzi para outras editoras locais (PIGMALIÃO, de Bernard Shaw, por exemplo). Para não me alongar mais: sou um melómano indefectível e ferrenho, principalmente de música erudita e de Jazz, mas também de toda a música BOA (cheguei a aprender piano, que ainda aqui tenho) possuo o curso completo de inglês do British Institute, com distinção certificada pela Universidade de Cambridge, além de outras qualificações académicas que seria despropositado mencionar aqui. Bem sei que o "crítico" necessita de ganhar a sua vida e de, para isso, fazer críticas à pressa, mas tudo tem limites.
    Assina: Mário César d'Abreu