Os Heróis e o Método: aquela que pode vir a ser a melhor classe de 2012


Não sou uma pessoa que perca muito tempo a caçar novidades – tento descobrir boa música independentemente do ano que foi lançada. No entanto é  bom saber que a austeridade não vai silenciar a boa música em 2012. Aqui ficam alguns lançamentos possíveis (estejam à vontade para adicionarem mais) e quem sabe se não são estes também alguns dos concertos por cá…

Alcest – Les voyages de l’âme
Oren Ambarchi – Audience of One
Black Dice – Mr. Impossible
Converge – All We Love We Leave Behind
Dirty Three – Toward the Low Sun
Drudkh – Eternal Turn of the Wheel
Earth – Angels of Darkness, Demons of Light II
Gonjasufi – MU.ZZ.LE
The Meads of Asphodel – Sonderkommando
Memoryhouse – The Slideshow Effect
Meshuggah – Koloss
Monolake – Ghosts
Mothlite – Dark Age
Portico Quartet – Portico Quartet
Sigh – In Somniphobia
Spiritualized – Sweet Heart Sweet Light
Ufomammut – Oro – Opus Primum
Keith Fullerton Whitman – Generators
Windy & Carl – We Will Always Be
Richard Youngs – Amaranthine

Comentários

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  1. S.Quartin

    O último de Drudkh foi uma desilusão tão grande que até tenho medo do próximo.

    Que não esteja aí: Jodis, Neurosis, Necro Deathmort, Blut Aus Nord.
    Possivelmente em 2012, ou então não: Menace Ruine, Portishead, Yoga.

  2. Pedro Nunes

    Confesso que gosto de Drudkh até ao Blood in Our Wells. A partir daí perdi-lhes um pouco o rasto…

    Havendo novo disco de Neurosis sem dúvida que será data a assinalar. Novo de Blut Aus Nord e Portishead também seria bom.

  3. Pedro Teixeira

    O novo dos Swans, The Seer, já começou a ser gravado e sai lá para maio (palavras do Michael Gira). Outro álbum que deve sair em 2012 e pelo qual espero ansiosamente é o Thin Black Duke dos Oxbow – anunciaram há umas semanas no facebook que já têm tempo de estúdio combinado com o mesmo produtor do Narcotic Story. Por outro lado, também já disseram várias vezes que estavam a pensar lançar o Duke aos poucos, em edições 7″ limitadas. Isto é que já não me agrada nada, mas vamos ver.

  4. Pedro Nunes

    Havendo novo de Swans será ótimo, já que o My Father Will Guide Me Up a Rope to the Sky é um disco brilhante.

  5. Pedro Teixeira

    Espero um grande álbum. Em quantidade e qualidade. Depois de praticamente um ano de tour, a “máquina” está bem oleada, algumas das músicas novas já foram bastante rodadas ao vivo, o MG parece decidido a não cortar tanto na duração das faixas como fez no My Father (…) e até a Jarboe voltou (coisa pontual, “textural background vocals”, mas é bom saber).

    Mais nomes que *podem* vir a lançar qualquer coisa este ano: Madvillain, Polvo, Lightning Bolt, The Ex (um álbum “a solo” e outro com os Brass Unbound).