PAUS em entrevista

Vão-me perdoar o momento grosseiro de publicidade tão explícita, mas acho que estes rapazes merecem que se divulgue o seu trabalho.

Aqui fica uma entrevista que eu fiz aos PAUS, bem-disposta e divertida. Vão vê-los, eles andam aí e valem bem a pena.

Comentários

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  1. Sarrabulho

    há quem os bajule por simpatia, há quem ñ os oiça p'lo contrário.
    o ep gira em torno de umas poucas ideias, q ñ sendo novas, são bem atiradas!
    foram felizes em escolher o trilho ep, talvez as ideias sejam ainda curtas para um lp.
    no milhões, quero ver e ouvir o q nos darão.

  2. ppp

    Eh pá, estes gajos são uns tipos muito porreiros, gosto mesmo da música já criadas por eles – If Lucy Fell, Vicious Five (embora ache que nunca mais conseguiram a intensidade do 1º registo), Linda Martini (em especial quando arriscam mais), e até a cena do Shela a solo (Lama).

    Mas esta conversa de "o-pessoal-é-que-não-dança" chateia-me um bocado.

    Digo-vos, sendo de lisboa, que nos últimos 10 anos tenho-os visto em dezenas (para não dizer centena-e-tal) de concertos por lisboa e arredores, e nunca os vi a soltar a franga que tanto apregoam.

    Quando assistem aos concertos uns dos outros, podem até fazer a gracinha de um mosh ou um crowd surfing, enquando se olham com cumplicidade, por serem amigos que se conhecem bem, e "eu tinha-te avisado que ía fazer uma cena marada no teu concerto", mas não passa mesmo disso.

    É verdade – regra geral, o público de lisboa solta menos a franga, comparando com outras regiões do país.

    Mas, regra particular – estes 3 excelentes músicos (pelo menos para mim) na vertente público de concerto (e não de músico de palco), têm muito a postura introspectiva e contemplativa que amaldiçoam.
    Pode não ser o efeito blog, talvez mais a consequência do também-sou-músico-por-sinal-muita-batido-e-já-vivi-muito.

    Não falo dos tempos em eram novitos, e que o Quim era straightedge, ou o Hélio do metal-hardcore fodido, porque eles aí não estavam preocupados com o público não dançante – honravam-se a ser o contrário.

    Parece-me que esta desilusão relativa ao público em frente aos seus palcos, surgiu quando eles deixaram de soltar a sua própria franga nos concertos em que vão.

    Como músicos acho que fazem muito.
    Como público de concertos, acho que deviam fazer mais, e queixar-se menos.

    Se acaso é apenas resultado do seu amadurecimento como pessoas, e consequente perda de vontade de ajarvadar em frente aos palcos (compreensível), então não me parece haver assim uma graaaande legitimidade para pedir mais aos outros.

    Os Paus estão porreiros, mas pelo nível das pessoas envolvidas, têm capacidade para estar muito mais que isso – e acredito que com o tempo vão conseguir bem melhor.

    ps. detesto comentários estupidamente longos em blogs .

  3. Sarrabulho

    certo, ppp!
    apenas ñ partilho do mesmo apreço q tu por todas as bandolas desta malta.
    nem os acho assim tão porreiros só por cá andarem.
    e já me cruzo c alguma desta gente há uns bons 15 anos.
    mas falamos de paus, e para mim e para já, valem!