Rapidinhas

Blood of Heroes – Blood of Heroes [Ohm Resistance 2010]

Cocktail artsy entre a guitarra de Justin Broadrick, o cérebro de Bill Laswell, a electrónica de End.user e Submerged, e o vocalista Dr. Israel, tudo pessoal de mente aberta sem receio de continuar a explorar novos horizontes. Aqui há metal, industrial, ambient, hip-hop, dub e até pitadas de jungle. Tem sido uma boa companhia.

David Maranha – Antarctica [Roaratorio 2010]
É um dos meus álbuns do ano, para já é tudo que tenho a dizer. Mais em breve.

Deftones – Diamond Eyes [Warner 2010]
Há bandas que têm o seu tempo, não no sentido generalizado mas pessoal. O White Pony disse-me algo naquela altura, este Diamond Eyes hoje não me diz nada. No entanto, não é por isso que não lhe consigo reconhecer qualidade e dizer que os Deftones estão em grande forma. Mais aqui.
Harvey Milk – A Small Turn of Human Kindness [Hydra Head 2010]
Fiquei curioso com o título do disco, é também o nome do primeiro tema do primeiro álbum datado de ’96. Já lá vão uns anitos, poderá ser uma forma de relembrar que após todo este tempo os Harvey Milk continuam a ser uma banda singular e distinta dentro do seu espectro. Ou não, a “pequena mudança” pode até estar relacionada com o álbum anterior, álbum que não convenceu grande parte dos fãs e passou despercebido. ASTOHK é um álbum inconstante (elogio), de altos e baixos, não aconselhado a corações partidos. É um álbum sem clichés, um álbum duma banda que será sempre desvalorizada para bem da mesma….e de nós próprios.
Rachel Grimes – Book of Leaves [Karate Body 2009]
Quem não se lembra dos Rachel’s, essa belíssima e esquecida banda que faria corar de vergonha 90% do post-rock que por aí anda? Os próprios Sigur Rós não seriam o que são… Rachel Grimes, um dos elementos do trio – e não a razão pelo nome da banda – estreou-se no ano passado com Book of Leaves, disco solitariamente ENCANTADOR para fãs da própria banda como Michael Nyman, Erik Satie ou Charlemagne Palestine.

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