Rentrée Amplificasom: o regresso à Fábrica

Depois de Enablers, James Blackshaw, Pelican com Men Eater e Osso, Lair of the Minotaur com Capricorns e Larkin, o primeiro concerto nesta casa que era quase como nossa chegou a 18 de Setembro de 2007. Os Humanfly foram bons, mas os extintos Bossk arrasaram com a Fábrica de Som.

Seguiram-se os Orthodox com os Katabatic e os Before the Rain, os Zatokrev e os Oblique Rain na nossa primeira parceria com a SWR, os Desire com os Headstone, os peruanos La Ira de Dios com os grandes mas também extintos Josué O “Salvador” em Busca da Perdição, a estreia e data única dos italianos Ephel Duath com os Missing Dog Head (porque um dos Lost Gorbachevs foi pai), Icos e Crushing Sun, Nadja com Catacombe, Monarch com Sunshine Parker, Minsk com um solo mágico e espiritual do Bruce Lamont a abrir (porque a carrinha dos Ketha avariou em Espanha), Kongh, Altar of Plagues com uma leitura do Jorge Silva do livro de Stig Dagerman “A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer”, e Aluk Todolo numa noite em que Eugene Robinson (Oxbow, etc) contou histórias da sua vida.

Este último foi a 19 de Maio de 2010 e a verdade é que andamos com saudades do ambiente que se respirava nessas noites, mas não só: há aí uma geração nova que tem seguido a Amplificasom e que não conhece este espaço que muito nos marcou há uns anos atrás.

Faltava-nos o pretexto que procurávamos: a banda ideal. Anunciaremos na segunda-feira a rentrée Amplificasom, mas ficam todos desde já convidados. Bom fim-de-semana.

Comentários

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  1. Saturnia

    Óptima notícia! A Fábrica andava muito esquecida… Saudades desse recanto familiar onde assisti a concertos que nunca se vāo apagar da memória (assim espero). Aproveito para mandar um abraço ao grande Tony e ao seu gato.