Saso – The Middle Ages

Provavelmente há, ou vai haver, muita gente a pensar que os Saso terão dado um passo na direcção certa.
O meu disco preferido vai continuar a ser o 1º. Este, que é o 3º, até se ouve sem dificuldade, mas não durante muito tempo. Acho que esta inclinação para o indie simplificou em demasia a sonoridade dos Saso. Dedicaram-se a fazer canções e perderam alguma da originalidade que emanavam. As diferentes texturas empregadas anteriormente perderam profundidade e diluíram-se.
Apesar de tudo continuam com uma tonalidade sorumbática incutida pelos sintetizadores e pela guitarra que lhes vai dando alguma chama. É pena que essa chama seja demasiadamente débil.

Comentários

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  1. ::Andre::

    ainda só passei os ouvidos, é cedo para dar uma opinião…

  2. Crestfall

    Tb a dei a frio mas sinceramente não me estou a imaginar a ouvir isto muitas vezes :-s

  3. ::Andre::

    por vezes acontece-me cansar-me das bandas, pode ser o teu caso.

  4. Crestfall

    Do pouco que ouviste do disco, não achaste que está noutra frequência?

  5. PoisonGodMachine

    “… uma tonalidade sorumbática…”

    Até andei de lado! :P

  6. ::Andre::

    Continuam a ser os Saso, se é isso que me estás a perguntar. Tu podes é tar cansado deles…

    Poisos, este gajo só está aqui a fazer um estágio. Ñ tarda nada é vê-lo aí numa revista… Ainda ñ tive tempo mas mal tenha vou mandar reviews dele para todas as revistas e zines de música :P

  7. Crestfall

    Continuam a ser os Saso mas com uma sonoridade muito mais genérica. A identidade Saso está diluída. Aqui, durante grande parte do disco, oiço indie-rock/pop.

    Mas mas, vcs são uns chatos!