Suzuki Junzo: o regresso ao Porto pós-Amplifest 2011

Maria Louceiro

“Suzuki Junzo proporcionou um dos momentos mais etéreos e intimistas destes dois dias. Com uma iluminação completamente psicadélica, este habitante de Tóquio sentou-se no centro do palco munido apenas da sua guitarra. Entre os dedilhados que prendem um público que a pouco e pouco invadiu a sala (em muito pela curiosidade do momento) e os acordes intensos, distorcidos, com um efeito propositado de feedback desconcertante, o seu corpo movimenta-se, impulsionado pela construção melódica e rítmica.”
in Rua de Baixo

“A música de Suzuki Junzo é tal e qual a visão do amor de Sofia Ford Coppola: um lugar estranho. Estranho e etéreo, em que tudo corre a mil no tempo e no espaço, mas sempre assente na mesma distorção que teima em tirar tudo do nosso alcance. Depois da demolição auditiva oferecida pelos EAK, Junzo criava na Sala 2 do Hard Club um dos momentos mais introspectivos e reflexivos do festival. Foi um momento perto do sublime, tecido em drone que reflecte na perfeição toda a ideia que temos do Oriente: um lugar estranho.”
in Ponto Alternativo

“(…) ouvir o projeto de um homem só, Suzuki Junzo, que enfeitiçava todos com o ambiente que criou na sala: uma espécie de noise psicadélico feito apenas com uma guitarra.”
in Vice

“Blues navegante, com acessos de raiva que fariam lembrar o Keiji Haino, não estivesse ele sentado a espernear na cadeira.”
in Festivais de Verão

Suzuki regressará ao Porto para um concerto num daqueles maravilhosos finais da tarde de Domingo em Bombarda. Toda a info clicando aqui.

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