“Variações de uma solid body”

No domínio do jazz como no do rock, a guitarra tem papéis predefinidos que só muito raramente se contradizem. Na improvisação sem idioma definido a utilização do instrumento é bem mais plural e também mais imprevisível, como verificamos por estes três discos…

A incorporação da guitarra eléctrica “solid body” em grupos de improvisadores – abarcando, bem entendido, a improvisação que utiliza estruturas composicionais de base – com vocação exploratória é mais variada ao nível das abordagens do que ouvimos em quaisquer situações inseríveis nos domínios do jazz e do rock, mesmo nos casos em que há uma orientação “alternativa”.

Boa leitura aqui no jazz.pt. Mestre Rui Eduardo Paes, claro.

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