Viram a Amplificasom no Público de ontem?

Obrigado Pedro :)

Comentários

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  1. epá, não arranjam uma digitalização melhorzita? isto não dá mesmo para ler!! já agora parabéns, é bom ver reconhecimento pelo vosso trabalho.

  2. ::Andre::

    Tirei do site do Público Zé, é o melhor que consigo…
    Obrigado :)

    Crest, e a tua mão no queixo? Que pena :P

  3. Susana Quartin

    Ah, bolas. Se tivessem dito ontem tinha ido comprar.. Vou inquirir a minha avó, ela costuma comprar ao domingo. Parabéns!

  4. Filipe

    Parabens pessoal, aos poucos e poucos o vosso trabalho vai chegando a mais pessoal.Quem me dera que para o ano a noticia fosse a abertura de sucrussal em Lisboa eheh. Tenho pena de não vos dar amis apoio, voces merecem.

  5. naSum

    Eheh. eu tenho eu tenho :P oh andre ficaste com um ar mesmo misterioso. És mesmo do drone!! lol

  6. celtic

    classe! ora deixa cá ver se o texto cabe todo aqui:

    Se o Porto dos concertos mexe, a culpa também é deles

    18.01.2009, Pedro Rios

    Há muito tempo que o Porto não tinha tantos concertos, graças a pequenas promotoras que correm por gosto, e não atrás do lucro

    A Em 2006, Joaquim Durães deixou o curso de Tecnologias da Comunicação Audiovisual do Instituto Politécnico do Porto. "Senti que tinha que abdicar de alguma coisa. E foi o curso", conta. Inspirado por uma estadia em Barcelona, onde experimentou a então fervilhante cena musical da cidade, chegou ao Porto com vontade de trazer um pouco da "energia positiva" que vivera em Espanha. "Senti: 'é isto que quero levar para Portugal'", explica Durães, hoje com 25 anos.

    Chegado a 2008, Durães tem razões para sorrir. À Lovers & Lollypops (L&L), a promotora que montou em 2005 (é também uma editora e um colectivo de DJ), juntaram-se outras entidades, igualmente informais mas activas, como a Amplificasom e a Cooperativa dos Otários.
    Organizam uma parte significativa dos concertos rock de pequena dimensão (até 300 pessoas, aproximadamente) que têm acontecido no Porto – e há muito tempo que a cidade não tinha tantos, nomeadamente de artistas estrangeiros. Só em 2008 a L&L, a mais activa de todas (ver caixa), organizou cerca de 50 noites de música.
    Seguem o espírito "faz tu mesmo". Fazem-no por gosto, até porque, regra geral, não há lucros. Pelo contrário: "Se for fazer as contas totais [desde 2005], perdemos mais do que ganhámos", diz Durães, sem ponta de desânimo. "O objectivo é sempre cobrir as despesas. Se houver lucro, as bandas levam 60 ou 70 por cento", reforça André Mendes, de 25 anos, da Amplificasom, que trabalha numa empresa de transportes.
    O preço dos bilhetes ronda os oito euros, uma necessidade para "começar a ter um circuito e público para tudo", diz Jorge Bastos, de 31 anos, companheiro de Mendes na promotora, criada em 2006 e que já trouxe ao Porto nomes como A Silver Mt. Zion, Secret Chiefs 3 e Glenn Jones.

    "Diferença abismal"
    Têm todos outras profissões, mas mantêm uma actividade paralela que exige contactos com bandas e agentes, afixar cartazes, divulgação na Internet (o principal meio de comunicação com o público) e, nos dias de concertos, alguma compreensão por parte dos patrões. Colaboram com espaços como o Maus Hábitos, o Passos Manuel, o Plano B, todos na Baixa do Porto, e a Casa Viva, na Praça do Marquês de Pombal.
    "Há 10 anos não havia tantas organizações, mas antes concertos esporádicos", constata Óscar Pinho, proprietário da loja de discos Lost Underground e um dos membros da Cooperativa dos Otários, que levou vários concertos rock'n'roll, garage punk e de outros géneros ao bar Porto-Rio. "Trezentas pessoas visitam o nosso blogue todos os dias. Nota-se que há mais pessoas interessadas", diz André Mendes.
    Óscar, figura conhecida do meio musical underground portuense, já organiza concertos há 12 anos e encontra uma "diferença abismal" entre o Porto actual e o de há dez anos. Opinião semelhante tem outro "veterano" do ofício, Augusto Lima, de 33 anos, designer gráfico, único responsável pela promotora O Mouco: "O roteiro alternativo está a passar pelo Porto. Antes ia a Lisboa ver concertos, agora vou lá fazer outras coisas". Foi, aliás, essa necessidade de ver alguns artistas que não passavam por Portugal que o fez começar a promotora há quase dez anos, hoje com uma média de um concerto por mês.
    "Isto começa a crescer. Os agentes das bandas vêem que há mercado, que compensa a viagem ao Porto. É uma bola de neve", reforça André Mendes, da Amplificasom. O que falta, dizem estes promotores, é uma sala de concertos com dimensão média (para cerca de 400 pessoas) e preços acessíveis para quem organiza. Um vazio deixado pelo fecho do Hard Club, referem.
    Para Filipe Teixeira, programador musical do Plano B, estas promotoras vieram "enriquecer" a programação dos espaços. "São pessoas mais especializadas" em determinados géneros musicais, diz. Teixeira vê a actual fase do Porto como uma reacção "ao buraco que foi crescendo". "Hoje a oferta é maior e melhor", conclui, o que "é melhor para toda a gente".

    Espírito de entreajuda
    Seja porque não têm fins lucrativos (no último concerto organizado pela O Mouco – o de Dora Bleu, em Dezembro – só apareceu uma pessoa) ou porque o meio musical do Porto não é especialmente grande, a cooperação é habitual. Manifesta-se, por exemplo, em eventos conjuntos entre a L&L e a Amplificasom (o festival Trips À Moda do Porto, em Novembro, foi o caso mais evidente desta ligação), mas também na natureza da Cooperativa dos Otários, criada há ano e meio e que junta, neste momento, 15 pessoas – uma delas é Joaquim Durães, que se reparte, assim, em duas promotoras.
    A ideia para esta "cooperativa" informal nasceu de um primeiro concerto em que os quatro organizadores perderam dinheiro. Alguns amigos disponibilizaram-se para apoiar futuras iniciativas, o número foi aumentando e, hoje, o objectivo de "diluir os gastos" envolvidos nesta actividade está plenamente conseguido, diz Óscar Pinho. O nome ironiza esta sua dedicação à causa de montar espectáculos, como assumem num pequeno "manifesto" publicado on-line: "Organizar concertos é trabalhoso, mal pago e dá imensas dores de cabeça – mas se ninguém suficientemente altruísta ou estúpido o fizer, os concertos não aparecem."
    1
    só espectador foi ao concerto de Dora Bleu. Mas as novas promotoras também já fazem espectáculos para centenas

  7. Ilídio Marques

    Por acaso li…é mais que merecido!
    Continuem com essa força!

    Abraço

  8. Scapegoatt

    Este pessoal só pode ser do Norte! Este pessoal é bravo. Muitos parabens!. Irei contribuir com a minha presença sempre que puder. Estarei a ser demasiado visionário, se disser que um dia poderá haver um fest. anual?
    Se eu ganhasse o euromilhões…

  9. Saturnia

    Li ontem sim senhora!!!
    Fiquei bastante contente por sinal!!
    Pode ser que agora algumas entidades percebam o que é que voces fazem!! tudo pela boa música!!! ehhehehe
    A única coisa que podiam ter mencionado também era a fábrica de som =)
    Ia enviar-te mail André acerca da notícia de ontem.

  10. Crestfall

    Oh Angola, tu ficaste bonito a duplicar! :D

    Da Esquerda para a direita:
    Mr. Fua, cromo, André.

    A fábrica de som tem sido um espaço bastante importante, e nós falamos disso, falamos de muitas outras coisas… Talvez na 2ª parte :)

  11. Saturnia

    Hum… sim mas não vi la o nome mencionado acho eu (acredito que tenham falado)

  12. Riot Grrrl

    Parabens a todos que lutam pela musica ao vivo!

    por acaso essa unica pessoa em dora bleu fui eu :x
    pena pa quem nao foi que foi um bom concerto

  13. gangrena

    Queremos uma Amplificasom e uma Lovers & Lollypops em Lisboa!!!
    Que orgulho :')

  14. André Forte

    eu até disse que achei o artigo interessante :)

    boa cena ;)

  15. Baltar

    Vamos lá fazer um festival todos juntos!
    Esse concerto da Dora Bleu foi confirmado mesmo em cima da hora, mas de qq forma serviu para exemplificar o espirito de sacrificio. É claro que este tipo de situação só é possível manter-se ao longo dos anos com uma boa dose de loucura, como a nossa.

    Augusto

  16. *maps*

    Parecem os três mosqueteiros!!! lolol… Muito bem, muito jeitosos… Agora a sério: vocês merecem!!! Tudo que é feito com gosto e dedicação acaba sempre por ser reconhecido…
    André: **** és GRANDE!!!

  17. tremulant

    Bom, depois de tudo o que foi dito… sou mais um a dar os Parabéns!!

    Não posso comparecer aos vossos concertos, por motivos que já sabem, mas espero que continuem a desenvolver este excelente trabalho de por o nosso Porto no roteiro dos concertos!

    Um grande obrigado :)

  18. ::Andre::

    Obrigado a todos pelo feedback e apoio :)
    Não escondemos que isto é importante para dar alguma visibilidade, mas o mais importante continua a ser a música e as bandas.

    Obrigado ao Rios pela oportunidade, jornalistas como ele dão um grande empurrão.

    Luís, tens razão, no jornal é que se nota como fiquei com cara de drone. A culpa é do teu irmão que disse logo ao fotógrafo que não queria a foto em que ficou com a mão no queixo :P