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  1. ::Andre::

    foste pedro? eu tinha-o na agenda mas entretanto fui de férias…

  2. Luis

    Não apareceu o Pedro (acho eu) nem mais ninguém. Para além do pessoal da organização (eu incluído) não apareceu mais ninguém que lá tivesse ido para o concerto. Assim o público foram apenas uma meia dúzia de transeuntes que se iam deixando ficar e a boa centena de pessoas que ficava apena um minuto, falava, ria-se e depois saía. Enfim. Será que vale a pena continuar a insistir nesta cidade?

    A música foi boa, principalmente matthews / radding.

  3. Pedro

    Compreendo perfeitamente a frustração… Também tenho culpa por ter faltado ao evento, apesar do meu crescente interesse por tudo que envolve a esquilo… espero que haja continuidade, seja de que forma for. A gente vê-se noutro concerto….

  4. ::Andre::

    Luís, tu andas nisto há muito tempo e sabes melhor do que ninguém a realidade desta cidade. Agora se isto serve de incentivo tenho a dizer que vocês (Esquilo e Soopa) são únicos e já têm a v/ marca. Infelizmente há que continuar a remar contra a corrente e é provavél que amanhã eu me esteja a queixar do mesmo que tu…

  5. Luis

    Obrigado pelas palavras. Não é por estas pequenas desilusões que vamos desistir, mas torna-se crescentemente mais complicado organizar o que quer que seja. Voltaremos ao deserto assim.

  6. Luis

    Acrescentando.

    E se por um lado o problema é generalizado – um concerto destes em Londres ou Berlim não teria mais de 10-20 pessoas, e isto num dia bom.

    Por outro lado, o Porto não apresenta tanta oferta cultural e diversidade como a grande maioria das outras cidades europeias (basta comparar com os dois exemplos anteriores), pelo que seria de esperar mais gente, pelo menos curiosos, neste eventos realizados à margem dos coliseus, casas da música e jesus critos superstars.

    Claro que isto é um problema bem mais profundo. E que na minha sincera opinião, passa em grande parte (será este o principal factor?) pela desertificação do centro da cidade levando ao declínio da cultura, comércio, emprego e sabe-se lá que mais.

    Bem, não chega um blog para explorar estas questões. Mas que o Porto está a passar por uma das piores fases da sua história, e que tudo à volta acaba por sofrer, não parece haver dúvidas. Pelo menos para mim, porque para os tantos que estavam nos aviões e nos carros (a verdadeira cultura) deve estar tudo muito bem.

    Resta continuar a lutar. (para quê?)