AMPLIFEST 2012

André Coelho

English version below

AMPLIFEST
Após uma bem-sucedida primeira edição que juntou bandas como os Godflesh, Bardo Pond, Jesu ou Acid Mothers Temple, filmes como o “Blood Sweat & Vinyl” ou a exposição de Seldon Hunt, o AMPLIFEST está de volta!
O evento, dedicado e pensado para todos os melómanos, terá lugar nos dias 26 de Outubro no lendário Passos Manuel e 27 e 28 em todo o espaço do icónico Hard Club (Sala 1, Sala 2 e Mainfloor).
Esperem uma programação à lá Amplificasom: eclética, ambiciosa e aventureira. Esperem uma experiência, um fim-de-semana diferente e especial. Seremos uma família de apaixonados unidos pelo que realmente interessa: a arte.
Acompanhem o nosso site para toda a info.

ALINHAMENTO
GODSPEED YOU! BLACK EMPEROR
Godspeed You! Black Emperor é um nome que dispensa apresentações. Eles estão para o post-rock como os Pink Floyd estão para tudo o que é trip e os Sabbath estão para tudo o que é metal. Melhor, os Godspeed You! Black Emperor estão para a música como o homem está para o seu par – em direcção ao que ainda está por imaginar, todos a remar contra a mesma maré decadente.
Este colectivo, nascido no coração de Montreal, no Canadá, surge dessa mesma decadência urbana que nos deprime a todos, e é nessa perdição que se inspiram para exaltar o melhor que há em nós: a capacidade de, juntos, sermos quem quisermos, até os Godspeed You! Black Emperor; de, juntos, equilibrarmos o mais etéreo e dronesco com o mais intenso dos crescendos e o mais pesado dos riffs.
Mesmo que se tenham despedido dos discos de originais há uma década, coroando a sua discografia com uma obra-prima produzida por Steve Albini (quem mais?) intitulada Yanqui U.X.O., os Godspeed You! Black Emperor elevaram o rock instrumental a um patamar inalcançável ao mero humano, solitário. O seu regresso aos palcos foi, simplesmente, uma das melhores notícias dos últimos anos e a sua passagem por Portugal, uma vez mais e passados anos suficientes para já não haver memória de tal ter acontecido anteriormente, é um dos momentos mais importantes para o panorama musical do nosso pequeno canto da Europa e, claro, um dos pontos altos da Amplificasom.
É com orgulho que dizemos, curto e grosso, que os Godspeed You! Black Emperor começam a sua próxima digressão europeia no Porto, no nosso Amplifest.

BOHREN & DER CLUB OF GORE
Há vinte anos em actividade os Bohren & Der Club of Gore são o oposto do que se poderia esperar que uma banda com membros vindos do hardcore e do metal fosse. São ambientais, jazzísticos, oceânicos na sua acalmia alucinada.
Acima de tudo, têm o selo de aprovação de Mike Patton – uma das poucas bandas que, aliás, se pode dizer que conta com esse selo a dobrar. Não só editaram os últimos dois e belos discos, Dolores e Beileid, via Ipecac, editora do vocalista de Faith No More, como Patton participou, mesmo, numa das canções do álbum mais recente da banda alemã, dando voz à cover Catch My Heart.
Os Bohren & Der Club of Gore editam desde 1994 e contam com sete registos de longa-duração na sua discografia, cinco dos quais lançados a partir de 2000. A banda está agora no seu período de maior intensidade e, mesmo assim, não actuam mais do que uma dezena de vezes por ano. O concerto no Amplifest, que será estreia em Portugal e acontecerá no Hard Club, será algo tão raro quanto precioso.

AMENRA
Vindos de uma Bélgica em clara explosão no panorama da música extrema, os Amenra são a nova confirmação para o Amplifest’12, dando continuidade ao legado da flandres deixado por um esmagador concerto de Rise and Fall.
Os Amenra não são, de forma alguma, novatos nestas andanças e já contam com mais de uma década de estrada. Uma década iniciada em 1999 e com direito a fazer-se a pergunta “o que lhes fizeram os Neurosis?”. Que não restem dúvida: os álbuns de longa-duração Mass, cujo quinto volume será lançado este ano via Neurot, provam que o hardcore é uma das melhores escolas artísticas das últimas duas décadas, seja qual for a forma que os seus frutos assumam à posteriori.
Nos Amenra, a forma é dura, rochosa e monolítica. Não se espera menos do que isso.

UFOMAMMUT
Os italianos Ufomammut são um dos mais sérios casos de ascensão astronómica. Não só porque o seu crescimento, constante, os levou exactamente para onde eles tinham de ir – à editora dos Neurosis, a Neurot Recordings –, mas porque se reflectiu na força dos seus riffs.
Eve foi o coroar de um percurso lento por parte do trio, seguindo-se à primeira confirmação do inegável seu talento, o disco Idolum, de 2008. Este ano foi lançada a primeira parte de Oro, o registo mais arrojado dos italianos, ultrapassando em muito a megalomania do seu sucessor de 2010, com uma faixa de duração suficiente para não caber num registo singular.
À moda da Dopesmoker dos Sleep, e fugindo do stoner pelos trilhos da música pesada ainda por percorrer, Oro: Opus Primum é só a primeira parte de uma música que será editada em duas partes distintas as quais serão apresentadas no Amplifest’12. O Hard Club do Porto aguarda-os.

SIX ORGANS OF ADMITTANCE
Ben Chasny é um nome incontornável. Mais precisamente, é alguém impossível de categorizar, dadas as suas vastas contribuições para a música. Desde os Comets on Fire, a passar por colaborações que já devem ir nas dezenas, o norte-americano deixou o seu condão pela música moderna como uma marca que está prevista a ficar mais forte com o passar do tempo. Até porque, com o passar do tempo, Six Organs of Admittance, o seu projecto principal e a solo, vai crescendo, abraçando mais sonoridades e ficando cada vez melhor. Chasny, o guitarrista, o compositor, o músico, é um organismo vivo a observar na biosfera musical.
Six Organs of Admittance é o projecto mais fértil com o cunho do compositor norte-americano, e, por isso, o mais versátil. Sob a sua égide está do psicadélico mais alucinado ao folk mais directo e, no mês de Agosto, pode-se contar com um regresso ao rock duro com Ascent, o novo álbum. Prestes a ser editado pelo selo da Drag City, o sucessor de Asleep on the Floodplain promete ser uma força demovedora, capaz de quebrar as montanhas mais duras e a concentração do filósofo mais disciplinado.
É, de resto, com esse novo registo e sob o formato trio que Six Organs of Admittance se vai apresentar no Hard Club do Porto a propósito da segunda edição do Amplifest. Dispensam-se sapatos com sola aderente – a ideia é que todos possamos voar com Chasny.

BARN OWL
O drone é dos géneros em mais franca expansão nas periferias da música moderna. Os caminhos do ruído não foram trilhados porque poucos foram os que se arriscaram nos seus encantos, de feições mais duras – os Earth deram-lhe o toque hipnótico e os Sunn O))) levaram a receita ao mais físico dos conceitos. Nos anos mais recentes, temos os Barn Owl, Evan Caminiti e Jon Porras, que entre os seus diálogos de guitarras assombram mentes com sons ritualísticos, num abraço constante ao sobrenatural em que a racionalidade e o empirismo não são esquecidos.
Depois de nos dois últimos anos se terem confirmado como uma referência para a música experimental, a dupla norte-americana tem-se dedicado a explorar os sons da letargia, entre guitarras e teclados e um profícuo trabalho a solo, onde a qualidade – medida não só, mas essencialmente, pelo impacto da sua música – nunca foi descurada. Se 2011 foi o ano dos assombrosos Lost in the Glare, o mais recente registo de longa-duração, e do EP Shadowland, 2012 é uma no em que os protagonismo se dividem entre digressões conjuntas e novos álbuns em nome próprio, tanto de Caminiti quanto de Porras.
Mais importante ainda, 2012 é o ano do regresso de Barn Owl ao Porto. Na primeira edição do Amplifest, a banda de São Francisco sentou, encantou e induziu uma sala inteira nas mais belas alucinações, naquilo que foi visto por muitos como um dos grandes concertos da primeira edição do nosso festival. Em Outubro próximo, os autores de Ancestral Star repetem a dose e fazem as honras do Amplifest no Passos Manuel, naquele que será o primeiro dia das 72 horas mais aguardadas destes 12 meses.

WHITE HILLS
Para alguns, o rock é uma questão de distorções, para outros de força e groove. Para os White Hills, resume-se a miragens psicotrópicas, induzidas por convivências desérticas. Precisamente como aquilo a que o stoner norte-americano nos tem habituado. A abrir pelo asfalto e a editar regularmente desde 2007, mas no activo desde o início da década de 2000, a dupla assina pela Thrill Jockey em não se coíbe de lançar quantos discos forem precisos para pôr toda a triparia cá fora.
Com uma média sólida de lançamento a atingir quase dois discos por ano, o trabalho dos White Hills é tão difícil de acompanhar em casa, quanto ao vivo; contudo, os descontos em quilómetros acumulam-se e, feitas as contas, a experiência compensa. Será a viagem pela propulsão sónica de guitarras.
Depois de uma passagem pelo Roadburn de 2011 a chegar ao nível de mítica (e a ter direito, inclusivamente, a ser editada), Dave W e Ego Sensation já devem estar a preparar os pedais de fuzz para derreter caras no Porto. Na calha, trazem o mais recente Frying on this Rock, lançado durante este ano. Cinco músicas sempre a abrir, quentes como os grooves de Funkadelic e à deriva como Hawkwind.

JOZEF VAN WISSEM
Josef van Wissem levou a experimentação ao passado. Invertendo o processo de refrescar a música, o compositor holandês aborda o alaúde, instrumento típico da música europeia dos tempos do Renascimento e do Barroco, como um fingerpicker fora do seu tempo, sempre com o propósito principal de libertar as suas cordas.
Enquanto procuramos colocá-lo cronologicamente nos livros de história, o compositor e intérprete vai-se deslocando com as suas obras por toda a música moderna. A mais recente prova disso encontra-se no disco escrito em colaboração com o cineasta Jim Jarmush, bem conhecido pela sua estreita relação com a música e com os géneros mais periféricos. Em Concerning the Entrance into Eternity, o alaúde de van Wissem dá melodia a uma invariável presença drone de Jarmush. Em Novembro próximo, a colaboração é continuada com o novo The Mistery of Heaven, a ser lançado pela editora Sacred Bones, um dos selos a seguir no panorama da música alternativa, e com o novo filme do norte-americano, que contará com uma banda-sonora do compositor minimalista.
A propósito da sua próxima digressão europeia, Josef Van Wissem apresenta-se no Amplifest a solo para fazer jus a The Joy That Never Ends, o seu mais recente registo em nome próprio.

INSTRUMENT – Jem Cohen: 10 years with Fugazi
Os Fugazi são uma banda especial: fruto da emergência do hardcore em Washington, capital dos EUA, no início dos anos 80, MacKaye, Picciotto, Lally e Canty são os mais leais praticantes da ética DIY e, juntos, algumas das figuras mais importantes do punk de transição para os anos 90. Como os Clash, levaram o sentido do punk a sítios que só os At The Drive-in e os Refused, nos finais da derradeira década do século XX, almejariam – não ter limites, nem para a criatividade, nem para o que se podia deixar no palco.
Instrument, um filme de Jem Cohen feito em parceria com os Fugazi, retrata a banda, a sua evolução, a formação da sua identidade e a sua deontologia ao longo de doze anos. Reunindo concertos, ensaios, entrevistas tanto aos membros do quarteto de Washington como a fãs, o filme revela-se como um valioso documento sobre o punk recente, sobre o DIY e o sobre as contribuições dos Fugazi para cada um destes elementos, essenciais para a criação de música e arte numa economia de mercado sem ritmo para apreciar a evolução da estética.
Depois de, no ano passado, termos projectado Blood, Sweat + Vinyl no primeiro Amplifest, um documentário sobre três das editoras mais influentes da música independente da América do Norte e sobre como o Do It Yourself lhes servia de catalizador para melhor desempenharem o seu papel, voltamos a escolher um filme que retrata uma ética com que é impossível não nos identificarmos para protagonizar a transformação da sala 2 do Hard Club em cinema.

Mais confirmações em breve!!!

BILHETES
Porque acreditamos que é vivendo o evento na sua totalidade que dele se retira o maior prazer, o passe de 3 dias é o único bilhete existente no AMPLIFEST.

Concerto no Passos Manuel (26/10): Dada a lotação do Passos Manuel (200 pessoas), o concerto de sexta-feira implicará a sua reserva. Podem fazer a vossa enviando um e-mail para amplificasom @ gmail.com (sem espaços) com o nome, BI, e o número do bilhete/ voucher AMPLIFEST.
ACTUALIZAÇÃO: ESTA NOITE JÁ SE ENCONTRA ESGOTADA!

Valor:
Até 31 de Agosto: 50€
A partir de 1 de Setembro: 60€

Locais de venda:
Online: AMPLISTORE (imprime ou traz o voucher no teu smartphone, a sua apresentação é obrigatória)
Porto: Hard Club, Jojo’s/ Cdgo.com, Louie Louie, Piranha e Matéria Prima
Lisboa: Carbono Lisboa, Carbono Amadora, Flur e Matéria Prima
Braga: Associação AEnima – 916297610
España: Breakpoint

IMPRENSA
Acreditações para press@amplificasom.com até dia 15 de Outubro

ALOJAMENTO
Porto Alive Hostel
Localizado no coração da cidade, na emblemática Rua das Flores, o Porto Alive Hostel encontra-se a menos de um 1 minuto da estação de São Bento (metro/ comboio). Está rodeado pela praça principal Aliados, bem como pelos principais monumentos, restaurantes, jardins e vida noturna.

Distância até ao Amplifest: 350m/ 6min

Amplipack:
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 2 noites: 70€
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 3 noites: 80€
Condições: dormitório de 10 pessoas com varanda e casa de banho partilhada; pequeno-almoço, lençóis e wi-fi incluídos. Uso livre da cozinha.
*60€ a partir de 01 de Setembro.

Tattva Design Hostel
Dois belos edifícios classificados como “Património Mundial”, foram recuperados e totalmente remodelados, de forma a albergar com toda a comodidade o Tattva Design Hostel, o maior no Porto, bem no centro da cidade e com vistas deslumbrantes. A designação do hostel advém da palavra em sânscrito “Tattva”, representando os cinco elementos a partir do qual a vida evolui: Terra, Água, Ar, Fogo e Céu.
Tattva proporciona uma experiência única em termos de conforto: os beliches podem ser separados através de uma cortina privada e dispõem de luz de leitura, de ventoinha e de tomada eléctrica. Localizado muito perto da Sé Catedral. A Estação de Comboios e a Estação de Metro de São Bento situam-se a 300 metros do hostel.

Distância até ao Amplifest: 800m/ 12min

Amplipack:
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 2 noites: 80€
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 3 noites: 95€
Condições: os hóspedes poderão escolher dormitórios de 06, 08 ou 10 pessoas, misto ou feminino, com casa de banho privativa. Pequeno-almoço, lençóis e wi-fi incluídos. Uso livre da cozinha.
*60€ a partir de 01 de Setembro.

Oporto Gallery Hostel
O Gallery Hostel está situado numa área privilegiada do Porto, conhecida pela Rua das Galerias de Arte, mais precisamente na Rua Miguel Bombarda. O Hostel encontra-se envolvido pelos pontos mais atrativos do Porto tais como museus, monumentos, jardins, restaurantes e bares. O prédio data do início do século passado e foi totalmente restaurado para responder às necessidades dos seus hóspedes, num ambiente relaxante e familiar.

Distância até ao Amplifest: 1,5km/ 19min

Amplipack:
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 2 noites: 85€
Bilhete Amplifest (50€*) + Alojamento 3 noites: 100€
Condições: os hóspedes ficarão alojados em dormitórios de 6 pessoas com casa de banho privativa e varanda. Pequeno-almoço, lençois e wi-fi incluídos..
*60€ a partir de 01 de Setembro.

COMO CHEGAR AO AMPLIFEST
Hard Club
Do aeroporto: Apanhem o Metro (linha E) e na estação da Trindade mudem para a linha D saindo, duas estações depois, em São Bento. A partir daí é uma caminhada de 5 minutos a descer a rua de Mouzinho da Silveira.
Da estação de São Bento (Comboio/Metro): Caminhada de 5 minutos a descer a rua de Mouzinho da Silveira.
Autocarro (Rede Expresso): Sair da estação da Batalha à direita, atravessar a praça, descer a 31 de Janeiro, virar à esquerda em direcção à estação de São Bento e caminhar 5 minutos pela Mouzinho da Silveira.
De carro: 41º8’31”N 8º36’54”W
Onde estacionar: é fim-de-semana, estacionem onde encontrarem lugar de forma gratuita. Parque subterrâneo em frente ao Hard Club (consultar preços antes de entrar) ou, a uns metros depois, em direcção à Foz, parque descoberto ao lado da Âlfandega (consultar preços).

Passos Manuel
Do aeroporto: Apanhem o Metro (linha E) e saiam no Bolhão (Santa Catarina). Virem à direita, caminhem pela Rua Santa Catarina e, uns metros depois, virar à esquerda e subir a Rua Passos Manuel até ao número 61.
Da estação de São Bento (Comboio/Metro): Caminhada de 10 minutos a subir a Rua Sá da Bandeira até ao primeiro cruzamento. Virar à direita na Rua Passos Manuel até ao número 61.
Autocarro (Rede Expresso): Sair da estação da Batalha à direita, atravessar a praça, continuar pela Rua Santa Catarina e virar à direita em direcção à Rua Passos Manuel até ao número 61.
Onde estacionar: Garagem Passos Manuel (em frente) ou Parque dos Poveiros (cimo da rua). Consultar preços.

PORTO: O QUE FAZER QUANDO NÃO HÁ CONCERTOS

O Porto é uma cidade belíssima, principalmente a baixa. Para quem não a conhece, aconselhamos um passeio e uma cerveja/ vinho do Porto na Ribeira contemplando o rio Douro, atravessar a ponte D. Luiz apreciando as semelhanças com a Torre Eiffel e, uma vez do lado de Gaia, encantar-se com as vistas d’A cidade.
Perto do Hard Club, também ele um edifício histórico (Mercado Ferreira Borges), é possível visitar a arquitectura barroca da igreja de S. Francisco, perdermo-nos em vielas estreitas ou caminhar uns 5 minutos e estar perto da torre dos Clérigos (se tiverem tempo, subam lá em cima!), a belíssima avenida dos Aliados, a Sé, jogar às cartas com os velhotes na Batalha, o movimento de Santa Catarina…
Apanhem o metro e vejam a Casa-Rem-Koolhaas-da-Música, caminhem até ao museu e jardins de Serralves, não se esqueçam do ilídico Palácio do Cristal e as famosas galerias de arte em Bombarda…
O Porto é uma cidade única onde só aqui o AMPLIFEST teria lugar!

O que a imprensa disse sobre o Amplifest 2011:
“Com um cartaz ecléctico e arrojado num país em que grande parte dos festivais apostam em nomes seguros, o AMPLIFEST afirmou-se desde cedo como um ponto de paragem obrigatória para quem gosta das franjas mais experimentais da música pesada. (…) uma coisa ninguém pode negar à Amplificasom – os “tomates” para terem dado um primeiro passo decisivo num evento sem precedentes em solo nacional.”
in Loud 61

“Escrevo ainda bastante atordoada da chapada musical que foram estas 48 horas. Eu prefiro escrever assim, enquanto as emoções ainda não assentaram e enquanto escrevo mais com o coração que com a cabeça. Gosto desta sensação de tentar verbalizar aquela que foi, muito provavelmente, a melhor experiência do ano. Uma coisa é certa, neste momento a Amplificasom merecia uma vénia. Daquelas com toda a pompa e circunstância pelo exemplo de organização que deram. Para primeira edição do evento, não poderíamos ter pedido melhor. Os concertos começaram a horas e viveu-se um excelente ambiente de convívio e amizade, aliado a um cartaz como nunca pensámos ver por cá. Experienciámos um Hard Club cheio de vida, entre concertos e bancas de CDs e merchandising dignas desse nome. E é por fins de semana assim que continua a valer a pena sair de casa.”
in Arte-Factos

“Findo o Amplifest há algo que se pode declarar sem hesitações: é um exemplo a nível nacional, para tudo quanto for produtora, em termos de organização.”
in Bodyspace

“O que dizer sobre um festival que correspondeu a todas as expectativas além de que não podia ter sido melhor? Propuseram-nos Godflesh, Jesu, Acid Mothers Temple, Enablers, Bardo Pond e mais uma considerável dezena de nomes e nenhum se atrasou, nenhum ficou por comparecer e, melhor, nenhum logrou as esperanças de um evento de música como arte a partilhar.”
in Ponto Alternativo

“Contas feitas, espera-se que esta tenha sido apenas a primeira edição do Amplifest. Ficamos a aguardar (ansiosamente) por mais.”
in Rua de Baixo

“A ambição molhada dos rapazes da Amplificasom, agência de sonhos portuense, concretizada em dois dias da mais alta qualidade sonora, num cartaz de excelência. E que bem que eles estiveram. Bandas, público, lojistas e organização. Não, não estou a exagerar.”
in VICE

“O Amplifest é uma prova de resistência e é impossível falar de tudo. A sua experiência ultrapassa a música, e por isso queremos estar em todo o lado ao mesmo tempo.”
in Festivais de Verão

André Coelho

AMPLIFEST
AMPLIFEST is back! After a very well-succeeded first edition with bands as Godflesh, Bardo Pond, Jesu or Acid Mothers Temple, films as “Blood, Sweat & Vinyl” or a Seldon Hunt exhibition, we’re doing the whole roundabout again. Dedicated to all the music lovers, AMPLIFEST will take place on October 26th at the legendary Passos Manuel and 27th and 28th all over the iconic Hard Club (Sala 1, Sala 2 and Mainfloor).
It’ll be nothing but an eclectic and ambitions line-up. Expect a different and very special weekend. We’ll be a family working together for the sake of what we really care about: art.
Follow our website and keep up to date with all the info.

What did the press say about the first Amplifest edition:
“The first edition of this mini-Roadburn of sorts, set in the heart of the beautiful city of Porto, promises great things for the future. Over two days, the spacious venue’s two large rooms prove their worth not only by providing the best conditions for the eclectic bunch of bands but also for the two documentaries shown, Blood, sweat & Vinyl and soldier Of the Road, fully integrated into the spirit of the fest.(…)”
in Rock-A-Rolla 35

LINE UP
GODSPEED YOU! BLACK EMPEROR
Decades of art rock and progressive efforts tried to achieve the perfect balance between classical music and rock, but it took a bunch of punks from Montreal to actually nail it. Yeah, we’re talking about Godspeed You! Black Emperor, the absolute outfit for every good post-rock, or plain music fan. Right from the start, the Quebec based band made way for their haunting, epic, and hipnotic sound, just to capitalize it with a masterpiece. Yanqui U.X.O., recorded by Steve Albini, is the dream of many academic musicians coming to life. It being done by some humble punks who just wanted some action is just pure poetry working.
Truth be told, Godspeed You! Black Emperor is all about poetical statements and full hearted impossible dreams. Watching them live is to gaze a group of ordinary people doing the extraordinary – because they do it together. So, together we shall share this special moment at Amplifest, next October.
Next fall, Godspeed You! Black Emperor will start their next european tour in Porto, Portugal, headlining the second round of Amplifest.

BOHREN & DER CLUB OF GORE
Bohren & Der Club of Gore have special king of magic in their tunes that just make you daydream, slowly and beatifuly. Their drony kind of unique jazz makes them one of the most interesting bands around. And we’re pretty sure Mike Patton agrees with this, or he woudn’t have laid his finger on Bohren’s last record. Yeah, you can mark this: Patton actually sang in the cover song Catch My Heart.
Altough it took them circa 17 years to get to Patton’s own label Ipecac, it took them two decades since Bohren & Der Club of Gore started playing to get them to Portugal. And with the last records, Dolores and Beileid, having the Ipecac quality mark the show in Porto’s Amplifest is at least promising.
Bohren & Der Club of Gore have been around now since 1992. They’ve released seven full-lenght records, five of them since 2000. They’re now in full-power, which means they’ll surely leave you in a state of happy semi counscious. Be ready to explore your inner selves as you never did before.

AMENRA
Amenra: a name to retain. Not that they’re newbies, nor anything. The Belgian post-metal outfit has been around for over a decade now, and they started right when it mattered for a whole new scene exploding.
Amenra insurged as a band to follow not only by taking a part in a new Belgian scene, full of great bands such as Rise and Fall (who, by the way, played at Amplifest’11), but by making a name for themselves in the post-Neurosis era of extreme music.
They’re currently working on their fifth full-lengh record to be released via Neurot, also the fifth to come under the title Mass. This just means Amenra will perform some killer new beats at Amplifest’12, the slowest and heaviest to date, so they say. Brace yourselves!

UFOMAMMUT
Ufomammut never fall short. They actually aim for writing the longest and slowest kind of music. And, yes, they’ve never fall short. They first made an impression with the wrecking Idolum, nailing it again and in better fashion with Eve (2010), an epic almost one hour long mindblowing song/record. Just like the Sleep’s Dopesmoker taught them to do.
Opus Primum, the first part of a long-enough-not-to-fit-in-a-record-or-a-CD-song called Oro, was released a few months ago just the get some of the best reviews of the genre. Ufomammut are still true doomsters, melting faces with slow riffs and headbanging their way around high frequencies. Thence the new record being released via Neurosis’ own label Neurot.
An undeniable truth, to be seen at Amplifest’12, in Porto, Portugal. Ufomammut will play in a structurally prepared Hard Club for a wall-of-sound on wall-of-concrete fight. We already know the winner and we’re ok with it.

SIX ORGANS OF ADMITTANCE
Ben Chasny is definitely one of the most prolific musicians of our times: besides releasing records with Comets on Fire and starting new collaborative projects every now and then, he has a steady solo career under the moniker of Six Organs of Admittance, a large umbrella for his endeavers and experiments on composition and guitar playing. Six Organs of Admittance is due to play at Amplifest’s Hard Club sessions as a trio.
Releasing under Six Organs’ moniker since 1998, Chasny hasn’t stopped putting out new music every year, raising his bar with every record and every song. Each time, a new record is better than the other or just points to a complete different direction. Right now, Ben Chasny is preparing a new record, which he’ll bring to Porto. Ascent is expected to be a new powerful rock effort that will most likely lift your feet off the ground.
Six Organs of Admittance is whatever Ben Chasny wants it to be. It could be a psychadelia nightmare, a hard rock trip, or a folk outfit. However, bad is something Chasny doesn’t do, so the best way to describe his music is just saying it is seriously awesome. And that’s the least to expect for Amplifest.

BARN OWL
Everything about Barn Owl is imbued in rationality, even though they sound as ritualistic and cathartic as imaginable. Jon Porras and Evan Caminiti are nothing less than this empirical and sonic approach of the unknown to the human mind and ears. Every chord, every note they pluck in their guitars is the sound of what we all fear, as women, men and believers. Amazingly, they embrace it as any scientist regards doubt – and all that is dark becomes bright to the listener, living an induced dream.
Since 2008, Porras and Caminiti have been releasing record after record without dropping even a little bit the quality that caught the attention of drone fans and specialized critic. Ancestral Star, sealed by Thrill Jockey in 2010, made official what was already a fact: Barn Owl is one of the best drone bands around and their creativity knows no bounds. Last year’s Lost in the Glare, as well as the most recent solo records of both Porras and Caminiti are merely drops in the ocean of a never ending creativity from the San Francisco duo.
Barn Owl will kick-off Amplifest’12 in the most perfect venue for their sound: Passos Manuel.

WHITE HILLS
Everything about White Hills has this smell of something frying deep in their guitars and amplifiers. Thatʼs because theyʼre just fuzzing their way in the listenerʼs brain with their psyched-out grooved-in music, the perfect mix of Hawkind with some good olʼ Funkadelic.
Dave W and Ego Sensation have been around for over a decade now, having released records steadily until 2007. They signed with Thrill Jockey and got into a frenzy of putting out over two new efforts a year. And theyʼve done that without dropping any kind of standards. Talk about herculean!
After performing an acclaimed show at Roadburn 2011 (a show so good it got bootlegged), White Hills now return to Portugal, where theyʼll be playing at Amplifestʼ12. The north-american act will melt down some faces at the Hard Club shows, from the 26th to the 28th of October.

JOZEF VAN WISSEM
In Jozef van Wissem’s music, experimenting is essentially about time travel. For the Dutch composer, fingerpicking the lude is more than an exercise, it’s an action towards a time-lapsing approach of music. Thanks to that, van Wissen is as drone-esque as folk can be, as modern as baroque can sound, and as broad as a unique, liberated lute can embody.
van Wissem has been recording and releasing new material steadily since the start of the century, having collaborated with names such as Jim Jarmush (that’s right, the music-lover film-maker) and Gary Lucas. This year’s Concerning the Path into Eternity is a simple yet avant-garde mix between van Wissem’s folk and Jarmush’s drone – certainly one of the most adventurous records of the year. The collaborative effort has a new chapter coming out next November via Sacred Bones entitled The Mystery of Heaven. Also, the team will hit the screens soon, as Jarmush’s new movie is actually scored by the Dutch lutenist.
At Amplifest’12 Jozef van Wissem will undergo a trip between eras and times, connecting the past to our present with his lute, playing in Porto’s Hard Club.

INSTRUMENT – Jem Cohen: 10 years with Fugazi
There’s something in Fugazi, the post-hardcore band from Washington, that makes it one of the most important acts in the most recent decades of the alternative music scene. And no, it’s not solely their music – it’s the way it goes with their ethics, the way they regard every chord and every tour as something of their own doing, as something of their own right to share with people. And they shared it all, they still do it.
Fugazi is to DIY what water is to the human body – an enormous amount of it. To be fair, Fugazi is DIY: Mackaye, Picciotto, Lally and Canty live every portion of their band to the extent of having, with director Jem Cohen, edited Instrument, the film documenting the band’s first twelve years being active, being mainly composed of footage of concerts, interviews, practices, tours, and time spent on the studio. Even its soundtrack was scored by Fugazi.
Because we relate to the Do It Yourself life-ethic, we will go on the roundabout all over again and screen a film about it. During Amplifest’11, we choosed Blood, Sweat + Vinyl as on the movies to screen, being it about three of the most proeminent record labels in the Northern American scene, all of which endorse DIY. Instrument, more than a film about Fugazi, is a document on DIY.
More acts to be announced soon!!!

TICKETS
We do believe Amplifest is something to be lived in its entirety. Only experiencing the whole festival you’ll get the most out it. Having that in mind, we’ll only sell 3-day tickets at Amplifest’s box office.

Show at Passos Manuel (26/10): Because Passos Manuel can only accommodate 200 people, friday’s concert will require reservations. You can make yours by sending an e-mail to amplificasom[at]gmail[dot]com with your name, your ID number, and the number of your Amplifest ticket/ voucher.
UPDATE: THIS “WARM-UP” SHOW IS NOW SOLD OUT!

Price:
Until August 31st: 50€
After September 1st: 60€

Buy your tickets here:
Online: AMPLISTORE (print or bring the voucher in your smartphone, It’s mandatory)

If you’re experiencing any problems while buying tickets, please get in touch with us: amplificasom[at]gmail[dot]com

Porto: Hard Club, Jojo’s/ Cdgo.com, Louie Louie, Piranha and Matéria Prima
Lisboa: Carbono Lisboa, Carbono Amadora, Flur and Matéria Prima
Spain: Breakpoint

PRESS
press@amplificasom.com until October 15th

ACCOMMODATION
Porto Alive Hostel

Located right in the city’s heart at Flores Street, Oporto Alive Hostel is just 1 minute from São Bento Station (metro/ train). Surrounded by the main square Aliados, monuments, restaurants, gardens and night life.

Walking distance to Amplifest: 350m – 0.22mi/ 6min

Amplipack:
Amplifest Ticket (50€*) + 2 nights accommodation: 70€
Amplifest Ticket (50€*) + 3 nights accommodation: 80€
Terms: 10 people dorms with balcony and shared bathroom; breakfast, sheets and wi-fi included. Free use of a fully equipped kitchen.
*60€ from September 1.

Tattva Design Hostel

Two beautiful buildings classified as “World Heritage” have been recovered and totally refurbished to make the largest hostel in Porto, with breathtaking views on the higher levels. “Tattva” has been inspired from the Sanskrit word meaning ‘Element’, representing the five elements from which life evolves: Earth, Water, Air, Fire and Sky.
Tattva provides a unique experience in terms of comfort: the bunks can be separated by a curtain and have a private reading light, fan and electrical outlet. Located very near the Cathedral. The Train Station and Metro Station “São Bento” are situated 300 meters from the hostel.

Walking distance to Amplifest: 800m – 0,5mi/ 12min

Amplipack:
Amplifest Ticket (50€*) + 2 nights accommodation: 80€
Amplifest Ticket (50€*) + 3 nights accommodation: 95€
Terms: guests can choose from 6, 8 or 10 people dorms, mixed or female, w/ private bathroom. Breakfast, sheets and wi-fi included. Free use of a fully equipped kitchen.
*60€ from September 1.

Oporto Gallery Hostel

The Gallery Hostel is situated in a privileged area of ​​Porto, known for «Art Galleries» street. Located in Miguel Bombarda street, the hostel is surrounded by main museums, monuments, gardens, restaurants and bars. The building dates from the early last century and has been refurbished to meet the needs of its guests in a relaxing familiar and cosy atmosphere.

Walking distance to Amplifest: 1,5km – 0,93mi/ 19min

Amplipack:
Amplifest Ticket (50€*) + 2 nights accommodation: 85€
Amplifest Ticket (50€*) + 3 nights accommodation: 100€
Terms: guests will be housed in a 6 people dorm with private bathroom and balcony. Breakfast, sheets and wi-fi included.
*60€ from September 1.

ARE YOU FLYING?
Francisco Sá Carneiro Airport, also known as Oporto Airport, is the third-busiest airport in Portugal (after Lisbon and Faro) based on aircraft movements and passenger numbers. It handles five million passengers and 55,000 aircraft movements a year. In December 2011, the airport welcomed its six-millionth passenger.

The airport is situated 11km north-west of the city of Porto, and is managed and operated by national airport company Aeroportos de Portugal SA (ANA). It has gone through various incarnations throughout its history, and the latest sees it named after a Portuguese politician who died in a plane crash on his way to the airport.

There are many low-cost companies flying to Porto, check the routes below:
Ryanair: Madrid, Barcelona, Valencia, Palma Mallorca, Carcassone, Bordeaux, Marseille, Rodez, La Rochelle, St. Etienne, Dole, Tours, Paris, Lille, Milan, Bologna, Roma, Pisa, London, Liverpool, Dublin, Brussels, Eindhoven, Frankfurt, Maastricht, Karlsruhe, Memmingen, Dusseldorf, Bremen.
Easyjet: Basel-Mulhouse-Freiburg, Geneve, London, Paris, Lyon, Toulouse, Milan.
Air Berlin:
Volotea: Venice

HOW TO GET TO AMPLIFEST
Hard Club
From the airport: Take the Metro, line E, and change to line D at Trindade Station. Leave at São Bento Station (two stations after) and walk 5min downhill through Mouzinho da Silveira street.
From São Bento train/metro station: 5min walk downhill through Mouzinho da Silveira street.
Bus (Rede Expresso): Leave the Batalha station turning right, cross the square, continue to 31 de Janeiro Street, turn left towards São Bento station and once you reach Mouzinho da Silveira street it’s just a 5 min walk to Hard club.
By car: 41º8’31”N 8º36’54”W
Where to park: It’s weekend, park safely and for free wherever you find a spot. There’s an underground parking right in front of Hard Club (check the prices before enter).

Passos Manuel
From the airport: Take the Metro, line E, and leave at Bolhão (exit Santa Catarina). Turn right, walk through Santa Catarina and, a few meters after, turn left when you see the Fnac store. You’ll be at Passos Manuel when you reach the number 61.
From São Bento train/metro station: Walk through Rua Sá da Bandeira until the first crossroad. Turn right and you’re at Rua Passos Manuel. The venue is near Coliseu, number 61.
Bus (Rede Expresso): Leave the Batalha station turning right, cross the square, continue to Rua Santa Catarina and turn right to Rua Passos Manuel until you reach the number 61.
Where to park: Garagem Passos Manuel (in front) or Parque dos Poveiros (right in top of the street). Check the prices before enter.

PORTO: WHAT TO DO WHEN WE ARE PREPARING EVERYTHING

Porto’s such a beautiful city, mainly downtown. We strongly advice you to have a beer or a port wine in Ribeira contemplating Douro river, cross D. Luiz bridge seeing the resemblances with the Eiffel Tower (no, it wasn’t him) and, once in Gaia side, get amazed by the sight of THE city.
Near Hard Club, itself a historical building (Mercado Ferreira Borges), it’s possible to visit the baroque architecture of S. Francisco church, get lost in some tiny tiny streets or take a 5 minute walk and climb the 240 steps of Nasoni’s Clérigos Tower and enjoy the sights. And then there’s Aliados. Batalha. And Santa Catarina. And Palácio de Cristal. And Rem Koolhas’s Casa da Música. And Serralves. And Bombarda’s art galleries. And. And…
Porto’s an unique city where only here AMPLIFEST could take place!

Comentários

  1. Ricardo diz:

    Que maravilha! :) :) :)

  2. João diz:

    Notícia do ano!!! :)

  3. Joao diz:

    Que grande notícia!! Estou lá!

  4. paulo diz:

    este concerto nao perco!!!

  5. sofia diz:

    Foste um bocado cagalhão a escrever isto. Está mesmo fraco. Eu é que te dou a trip.

  6. Ana diz:

    Não vão existir bilhetes diários?

  7. Ana diz:

    É uma pena. Infelizmente não é uma boa altura para dar 50 euros. Bom festival. ;)

  8. André diz:

    Obrigado, Ana. Oxalá possas estar presenta na próxima edição :)

  9. Leandro Araújo diz:

    Essa política de não haver bilhetes diários é muito má para quem vai de Lisboa e tem de trabalhar na segunda-feira…

  10. André diz:

    A nossa intenção é anunciar o Amplifest cada vez mais cedo e garanto-te que para o ano será ainda melhor. O resto são opções e decisões, todos os dias as temos que a tomar.

    Este não é mais um festival, não é um aglomerado de bandas sem qualquer coerência, quem esteve na primeira edição poder-te-á confirmar o espírito que se vive naqueles dias e não é por acaso que brasileiros, suiços, espanhóis ou alemães já adquiriram o passe.

    Não acreditamos nos bilhetes diários para este conceito de evento e daqui a duas edições esta questão já não se colocará. Até lá, tenho muito gosto em esclarecer qualquer dúvida que possas ter através daqui ou do nosso e-mail.

    De qualquer maneira, neste momento só se sabe que os GY!BE tocarão no Domingo por isso sugiro que aguardes até saberes o alinhamento final.