Amplifest 2014: Amplitalks

Artwork by André Coelho

In the last edition, the Amplitalks were such a success that, for this year, we decided to double their number up to four talks with musicians, agents and other fantastic people involved in the music scene.

You Fucking Music Make Me Sick: For a musician, where does music come from? And why? We invited some rule-bending and innovative musicians to share their experiences with the creation process, how their surroundings influence their artistic output and their reasons to keep making music and travelling all around the world to show it.

Some Girls are Bigger than Others: Music doesn’t have any kind of barriers, like nationality, language or gender – but is there a feminine sensibility or other perceivable characteristic that permeates through women’s art or work? We invited some of the most talented women in different areas of the music business to talk about this matter and hopefully inspire men and women alike.

Behind the stage: From the desk of the booking agent to the tour manager’s laptop, there’s a lot of work to be done to make sure a tour runs without a flaw. Most of this goes unnoticed by the public, as it’s supposed to, but on this Amplitalk we will have booking agents, managers and tour managers revealing some bizarre episodes from the road and shedding some light on everything that goes behind the curtains.

Dark City, Dead Promoter: “Look, I’ll tell you what, it’s always been fucking hard. If you’re making music that’s destined not to be really popular, it’s always hard. You just have to figure out a way to survive.” This quote is from Michael Gira and, for a promoter, it’s easy to relate to. Being an independent non-mainstream promoter it’s hard, and it will always be hard. For this Amplitalk, portuguese and foreign promoters will compare their different realities and discuss their struggles, how they keep doing it, and what drives them to promote shows. You can also throw them some questions if you want to know how do promoters select their acts, if they had any unsigned band that are now huge stars, how do they chose the proper venue, how do they manage with the ticket sales, what’s their typical working day, what do they love about it, what’s not so great about it and anything you might be curious about.

Jorge Silva

A introdução das Amplitalks na edição passada do Amplifest foi um sucesso tal que, para este ano, resolvemos dobrar a parada com quatro conversas entre público, músicos, promotores e outros actores no mundo da música:

You Fucking Music Make Me Sick: De onde surge a música? E porquê? Convidámos alguns dos mais inovadores músicos presentes no Amplifest para compartilharem as suas experiências com o processo de criação, qual a influência das suas diferentes geografias na sua produção artística, e as suas razões para continuarem a fazer música e a viajar por todo o mundo para a mostrar.

Some Girls are Bigger than Others: A música não tem qualquer tipo de barreiras, como nacionalidade, língua ou género – mas existirá uma sensibilidade feminina ou outra característica perceptível que distinga as mulheres nas suas criações artísticas ou no seu trabalho? Convidámos algumas das mulheres mais talentosas em diferentes áreas do negócio da música para discutir esta questão, numa Amplitalk que se prevê igualmente inspiradora para o público feminino como para o masculino.

Behind the stage: Desde o escritório do booking agent até ao laptop do tour manager, há muito a ser feito para que uma digressão decorra sem sobressaltos. A maior parte deste trabalho passa despercebido – tal como é suposto – mas durante esta Amplitalk, além de reveladas algumas situações caricatas passadas na estrada, poderemos perceber um pouco do que se passa por trás das cortinas, numa conversa entre o público, agentes, managers e tour managers.

Dark City, Dead Promoter: “Look, I’ll tell you what, it’s always been fucking hard. If you’re making music that’s destined not to be really popular, it’s always hard. You just have to figure out a way to survive.” Qualquer promotor independente se identificará com esta frase de Michael Gira; ser promotor fora do circuito mainstream é, e sempre será, uma posição muitas vezes inglória. Nesta Amplitalk, promotores portugueses e estrangeiros compararão as diferentes realidades em que se inserem e discutirão as suas dificuldades, mas também o que os move, o que os faz continuar. A conversa, como em todas as Amplitalks, estende-se ao público; é o momento certo para satisfazer a curiosidade sobre como é feita a selecção das bandas, como lidar com o crescimento destas, com a escolha das salas, a gestão das vendas de bilhetes, como é o típico dia de trabalho, todos os prós e todos os contras.

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