Metzram-na bem!

Metz – Metz [Sub Pop 2012]
Não há nada como ser-se genuíno. Quer as pessoas gostem ou não, não há nada como sermos nós próprios. Na música é igual, dá-me um prazer enorme ouvir uma banda a fazer o que adora, a sentir o que faz. Os Metz podiam estar a serem crucificados, felizmente (ainda) não estão. E se algum dia o forem – irá o grunge ser vítima de algum revival?, acho que se vão cagar para isso. É óbvio que Chris, Alex e Hayden eram uns miúdos nos noventas, uns miúdos que iam para o secundário a ouvir Nirvana no seu Walkman Sony. O grunge era a cena! Nunca perderam essa paixão e ainda bem para nós. Metzram-na bem! Não se limitaram a ser um rip-off de toda a pinta da época e soam realmente a grunge em 2012. Soariam assim os Nirvana se ainda existissem. Ou não. Ninguém quer saber. Guitarra + voz + baixo + bateria + amplificadores no máximo e está a andar. Foda-se, que bem-vindos são!

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