Kadavar + The Picturebooks + Juseph: assim foi


Fotos: Jorge Silva

“The ultimate Kadavar show is easy to describe: We nail it from first to last second and people go crazy.”

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After all those shows, I’ve seen a lot of funny things. Men over 70 years old screaming and dancing in ecstasy, little kids climbing on stage telling us to stop, people cutting electricity and trying to knock us off stage. People have also punched me because they liked it so much.

O concerto dos Kadavar na quarta-feira promete ser incrível – mas por favor não lhes batam :)

Toda a info sobre o concerto aqui.

Entrevista completa aqui: Austin Psych Fest

“O Hard Club voltou a receber o público do Amplifest, naquela que foi a primeira de três noites que vão atenuando a despedida do festival da Invicta neste 2014. O nome grande do cartaz era Tim Hecker, o organizador do caos.”

Jorge Silva

Jorge Silva


Numa performance como esta é obrigatório também pensarmos no trabalho que a Amplificasom tem desenvolvido, ao longo de sete anos, na cidade do Porto, contribuindo fortemente para o crescimento da oferta cultural na Invicta, ao colocar a cidade na rota de concertos da música mais relevante que se vai fazendo na actualidade.

in Arte-Factos

Tim Hecker: assim foi

Future Islands: assim foi

“Hecker’s songs now feel like architectural structures. They’re spacious and strong, built to last on solid foundations.”

The epic, sky-scraping rise to nothing of “Live Room” is soul-stirring, its human breathing and rattling of bows becoming one with thunder-and-lightning electronics. You can hear the forging together of natural and unnatural in the way “Virginal II” shifts from its initial Steve Reich piano into a blizzard of reverberation and then through the strange, raw synth tones. There is so much happening, it’s almost difficult to keep up. That Hecker manages to layer such full, independent sounds over and across each other without ever losing the emotional heart of what he’s building is evidence of his increasingly unique understanding of texture and mood.

Review a Virgins aqui: Resident Advisor

FUTURE ISLANDS HOJE NO PORTO!

FutureIslands_blogFUTURE ISLANDS + CELEBRATION
24 DE OUTUBRO, HOJE
HARD CLUB (SALA 1), PORTO

Portas 21:00
Celebration 21:30
Future Islands 22:25

ESGOTADO!

KADAVAR: falta uma semana

André Coelho

Fosse real a máquina do tempo romanceada por H.G. Wells e os Kadavar torná-la-iam num instrumento obsoleto, pelo menos no que toca à função do regresso à época dourada dos anos setenta. Com o pedal de fuzz alimentado pela sopa primordial do Doom, pela electricidade do Hard Rock e pelo groove do Blues, os Kadavar chegarão ao Porto – em data única em Portugal – como emissários do ácido, das calças boca-de-sino e das barbas espampanantes. A viagem ao passado tem lugar a 29 de Outubro, em mais uma Post-Amplifest Session no Hard Club.

KADAVAR + THE PICTUREBOOKS + JUSEPH
29/10/2014, QUARTA
HARD CLUB, PORTO
PORTAS 20:30
INÍCIO 21:30

TODA A INFO

Tim Hecker: Attack of the Drones

Tim Hecker

One of the most important musicians of our generation induces euphoria without pop earworms, steady beats, or identifiable instruments. During a rare visit to his Montreal studio, we track the unexpected rise — and crippling perfectionism — of an expressionist genius.

Excelente e recomendável artigo na Spin.com

2014 a terminar: Future Islands, Tim Hecker, Kadavar e Maybeshewill

Jorge Silva

Jorge Silva

“​It’s only been a few days, but we’re aching for Amplifest take five already.​” – ​in Cvlt Nation

​”​No Amplifest o ruído é catarse.​” – ​in Público

“Do metal à electrónica ruidosa, do free jazz aos blues do deserto, a promotora portuense Amplificasom mostra mais uma vez como se faz um festival.” – in Time Out Porto

​”​Já não é possível falar do Amplifest como um evento isolado, como se se tratasse duma espécie rara de festival que resultasse uma vez na vida. Consumada, e diga-se desde já com sucesso, esta 4ª edição do festival portuense, o facto de já se fazer menção a uma edição de 2015 é um sinal claro à continuidade, crescimento e afirmação duma promotora que assume há largos anos um lugar incontornável no que à arte e cultura diz respeito em Portugal.​” – ​in Ruído Sonoro

​”​Não tenho dificuldades em escrever que o Amplifest de 2014 foi o melhor em que estive desde o primeiro, em 2011. Continua imaculadamente bem organizado, com horários cumpridos e uma circulação entre os espaços sem qualquer dificuldade. O cartaz deste ano foi sem dúvida o mais interessante, não obstante o que continha Godspeed You! Black Emperor, que ofuscam tudo o resto. Mais eclético, mais forte, mais completo. Se o quarto ano foi assim, aguardo com ansiedade o anúncio de como vai ser assinalada a marca semi-redonda do quinto aniversário para o ano.​” – ​in Bodyspace

​”​O modelo de festival, desde a escolha do alinhamento, ao tempo de actuações e às condições das mesmas, pode ser completamente diferente da norma actual e por isso se compreende a negação (“não é um festival, é uma experiência”). Terminado o fim-de-semana e juntando o que se viu do segundo dia ao que vimos no primeiro, nunca sendo demais relembrar o quão irreal pareceria os YOB abrirem um festival destes há uns anos atrás, somos forçados a questionar se não é isto que um festival deve ser. Ao crescimento que resultou na melhor edição do festival até à data foi aliada a manutenção do espírito familiar do festival; só isso explica a forma de interacção entre o músicos e público durante o festival e a forma como um infortúnio familiar se tornou numa improvisação demonstrativa de paixão por aquilo que se faz entre músicos que mal se conheciam. Se os Swans elevaram no sábado a fasquia de concertos no Amplifest, também este elevou a de festivais em Portugal. Se não o fez, dificilmente algo fará.​” – ​in Ponto Alternativo

​”​Já estamos cheios de saudades do Amplifest. Têm sido quatro edições muito intensas e, para quem tem acompanhado de ano para ano, é com um orgulho imenso que saímos do Hard Club com a sensação de que o festival cresce de ano para ano, não só em Portugal como além- fronteiras. Que o Amplifest viva para sempre, pois nem o início de Outono teria o mesmo sabor. Venha 2015!​” – ​in Arte-Factos

Olá a todos,

​Ano após ano, chegamos facilmente à conclusão que o que acabamos de viver é sempre o melhor. Celebraremos 8 anos em Novembro e ainda temos 4 eventos para terminar a programação de 2014, mas podemos desde já assumi-lo e agradecer-vos a todos pelo apoio e pela força​ que nos têm dado.

​A quarta edição do Amplifest foi a melhor de sempre; seguiram-se os Anathema para um concerto praticamente esgotado; os Process of Guilt (ainda na estrada a promover o split com os Rorcal) a provarem o porquê de serem uma das melhores bandas da actualidade e, ​neste Outubro tão preenchido, seguem-se agora os Future Islands pela primeira vez em Portugal (concerto esgotado!), Tim Hecker pela primeira vez no Porto e no momento certo, os Kadavar pela primeira vez em nome próprio em data única em Portugal e, já nos primeiros dias de Novembro, a última Post-Amplifest Session com os Maybeshewill. Acontece tudo no Hard Club e podem confirmar toda a informação (bilhetes, horários, bandas de abertura, etc) aqui: http://amplificasom.com

2014Entretanto, o Amplifest está nomeado para Melhor Micro-Festival e Melhor Festival Urbano da 2ª edição dos Portugal Festival Awards. Só podemos ganhar se vocês, todos aqueles que acabaram de viver o tão único fim-de-semana de 4 e 5 de Outubro, votarem. Se tiverem um minuto e se acreditarem tanto como nós, agradecemos – o Amplifest está num fim de ciclo, ganhar o Micro-Festival/ Melhor Festival Urbano significaria mais exposição para finalmente conseguirmos apoios para futuras edições. ​VOTEM AQUI. ​Muito obrigado!​

​Sem vos chatearmos mais e esperando encontrar-vos nestes últimos eventos do ano, despedimo-nos com um abraço.​

Até lá,
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Uma semana para Tim Hecker

Tracy Van Oosten

Tracy Van Oosten

A música de Tim Hecker encontra-se, impossivelmente, num ponto de convergência entre os três estados físicos da matéria: é, simultaneamente, de uma leveza nebular e cintilante mas também opressivamente densa, oceânica, rochosa. As orgânicas esculturas ambientais do produtor Canadiano, cinzeladas à força de megalíticos drones ou delicadamente desenhadas com instrumentação clássica como o piano ou o órgão de igreja, serão erigidas no Hard Club na noite de 26 de Outubro, no que constituirá mais uma Post-Amplifest Session. Com a apresentação de Virgins, lançado no ano passado, como mote maior da sua vinda, Tim Hecker, com a sua figura envolta em nevoeiro, imergirá a sala num palpável e avassalador oceano de vibrações.

TIM HECKER + ATILLLA
26/10/2014, DOMINGO
HARD CLUB, PORTO
PORTAS 21:30
ATILLLA 22:00
TIM HECKER 22:50

TODA A INFO

Process of Guilt e Rorcal HOJE no Porto

1974306_10152713369054054_3989114003994693770_oDepois de um primeiro encontro premonitório na primeira edição do Amplifest, os Process of Guilt e os Rorcal vão finalmente unir forças para apresentar a sua mais recente colaboração. Em Outubro, simultaneamente com o lançamento do split de 12”, irão apresentar o novo material numa tour entre Portugal e Espanha que será precedida por algumas datas em toda a Europa.

17 de Outubro, HOJE
Portas 21:00
Início 21:30

Bilhetes (8€) disponíveis à porta. Até logo \m/

Future Islands ESGOTADO

futureislandsNa próxima sexta-feira 24, a Sala 1 do Hard Club vai estar à pinha. Vamos TODOS dançar as malhas dos Future Islands nesta estreia em Portugal – e que estreia, prometemos!

Notem: é possível que algumas reservas da last2ticket caiam e se disponibilizem assim meia dúzia de bilhetes, mas estes serão apenas vendidos à porta e não online. Aconselhamos que estejam atentos a este blog, Facebook e Twitter para mais novidades.

Horários:
Bilheteira (para troca do voucher pelo bilhete bonito): 20:30
Celebration: 21:30
Future Islands: 22:30

Melhor Micro-Festival: Amplifest

Amplifest_logoFundopretoO Amplifest está nomeado para Melhor Micro-Festival e Melhor Festival Urbano da 2ª edição dos Portugal Festival Awards. Só podemos ganhar se vocês, todos aqueles que acabaram de viver o tão único fim-de-semana de 4 e 5 de Outubro, votarem. Se tiverem um minuto e se acreditarem tanto como nós, agradecemos – o Amplifest está num fim de ciclo, ganhar o Micro-Festival/ Melhor Festival Urbano significaria mais exposição para finalmente conseguirmos apoios para futuras edições. Muito obrigado!

VOTAR AQUI

AMPLIFEST NOMEADO PARA:

Melhor micro-festival
Nem todos os festivais são feitos para as massas e ainda bem. Os espaços escolhidos a dedo com ambiente acolhedor, bandas intimistas e com públicos muito próprios. São esses que queremos conhecer e premiar.

Melhor festival urbano
A proximidade com os centros urbanos atrai festivaleiros de todas as proveniências, devido à facilidade de acesso e ao conforto garantido. Os festivais urbanos trazem vida e cor à selva urbana e sincronizam a experiência festivaleira com as estruturas das cidades, oferecendo uma alternativa à praia e ao campo.

“Empreender com sucesso: Amplificasom”

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Empreender com sucesso
Numa área de tanta responsabilidade e tão difícil como é a cultura, a Amplificasom conseguiu afirmar-se como uma promotora de eventos focada no seu negócio e com vontade para fazer sempre mais e melhor. Porque é a arte que nos move. Aquilo que começou como uma brincadeira entre amigos, transformou-se numa empresa com uma identidade muito própria. De que forma? Com paixão e dedicação…

Tópicos:
Como “nasce” a Amplificasom
O seu percurso
Apoios e dificuldades
A importância de ser inovador
Caso prático: Amplifest
Orador: André Mendes e Mónica Ovaia (Amplificasom)

17 Outubro
14h às 16h

Inscrições:
Todas as actividades são gratuitas, mas sujeitas a inscrição. O período de inscrição inicia 15 dias antes do workshop. Os lugares são limitados.
Assegura a tua participação através de info@cidadedasprofissoes.pt ou 223 392 360, indicando: o nome da actividade em que te pretendes inscrever; o teu nome completo; um contacto telefónico e email; a tua escolaridade; e situação profissional.

Agradecemos a tua pontualidade. Não será permitida a entrada nas sessões 15 minutos após o seu início. As actividades dinamizadas por entidades externas poderão estar sujeitas a alteração. Os inscritos serão devidamente informados.
Para mais informações: Não hesites em contactar a equipa da Cidade das Profissões através do email info@cidadedasprofissoes.pt ou do telefone 223 392 360

Na próxima sexta-feira, o André e a Mónica vão falar um pouco da Amplificasom e do Amplifest no Club Empreendedorismo da Cidade das Profissões, no Porto (Rua das Flores). Parece que está praticamente esgotado, mas têm em cima toda a informação caso estejam interessados. Depois, à noite, há Process of Guilt e Rorcal \m/

Amplificasom agencia: Process of Guilt + Rorcal

10711014_10152761457924054_2256116166688860536_nDepois de um primeiro encontro premonitório na primeira edição do Amplifest, os Process of Guilt e os Rorcal vão finalmente unir forças para apresentar a sua mais recente colaboração. Em Outubro, simultaneamente com o lançamento do split de 12”, irão apresentar o novo material numa tour entre Portugal e Espanha que será precedida por algumas datas em toda a Europa. A tour começa já amanhã:
15/10 Évora (pt) – SHE*
16/10 Madrid (sp) – Sala Barracudas Rock Bar
17/10 Porto (pt) – Hard Club
18/10 Lisboa (pt) – Musicbox
19/10 Malaga (sp) – Eventual Music
20/10 Barcelona (sp)- Rocksound
21/10 Bilbao (sp) – Sentinel Club*
*só Process of Guilt

Amplifest 2014: What the press said so far

Jorge Silva

Jorge Silva


Already on its fourth edition, the growth of the Porto-based Amplifest is noticeable just by glancing at this year’s unbelievable line-up. From established veterans of every side of the experimental and alternative spectrum like Swans or Peter Brötzmann to young upstarts like Vvovnds, Hexis or Pallbearer, with detours through unexpected territories like the lovely dreaminess of Marissa Nadler, not to mention exhibitions, talks, films and listening sessions, it’s two very, very packed days where you’ll barely find time to eat or even sit around the fantastic Hard Club venue, the very heart of Amplifest. It’s only been a few days, but we’re aching for Amplifest take five already.

in Cvlt Nation

No Amplifest o ruído é catarse.

in Público

Já não é possível falar do Amplifest como um evento isolado, como se se tratasse duma espécie rara de festival que resultasse uma vez na vida. Consumada, e diga-se desde já com sucesso, esta 4ª edição do festival portuense, o facto de já se fazer menção a uma edição de 2015 é um sinal claro à continuidade, crescimento e afirmação duma promotora que assume há largos anos um lugar incontornável no que à arte e cultura diz respeito em Portugal.

in Ruído Sonoro

Não tenho dificuldades em escrever que o Amplifest de 2014 foi o melhor em que estive desde o primeiro, em 2011. Continua imaculadamente bem organizado, com horários cumpridos e uma circulação entre os espaços sem qualquer dificuldade. O cartaz deste ano foi sem dúvida o mais interessante, não obstante o que continha Godspeed You! Black Emperor, que ofuscam tudo o resto. Mais eclético, mais forte, mais completo. Se o quarto ano foi assim, aguardo com ansiedade o anúncio de como vai ser assinalada a marca semi-redonda do quinto aniversário para o ano.

in Bodyspace

O modelo de festival, desde a escolha do alinhamento, ao tempo de actuações e às condições das mesmas, pode ser completamente diferente da norma actual e por isso se compreende a negação (“não é um festival, é uma experiência”). Terminado o fim-de-semana e juntando o que se viu do segundo dia ao que vimos no primeiro, nunca sendo demais relembrar o quão irreal pareceria os YOB abrirem um festival destes há uns anos atrás, somos forçados a questionar se não é isto que um festival deve ser. Ao crescimento que resultou na melhor edição do festival até à data foi aliada a manutenção do espírito familiar do festival; só isso explica a forma de interacção entre o músicos e público durante o festival e a forma como um infortúnio familiar se tornou numa improvisação demonstrativa de paixão por aquilo que se faz entre músicos que mal se conheciam. Se os Swans elevaram no sábado a fasquia de concertos no Amplifest, também este elevou a de festivais em Portugal. Se não o fez, dificilmente algo fará.

in Ponto Alternativo

Já estamos cheios de saudades do Amplifest. Têm sido quatro edições muito intensas e, para quem tem acompanhado de ano para ano, é com um orgulho imenso que saímos do Hard Club com a sensação de que o festival cresce de ano para ano, não só em Portugal como além- fronteiras. Que o Amplifest viva para sempre, pois nem o início de Outono teria o mesmo sabor. Venha 2015!

in Arte-Factos

Verdade seja dita: foi do caralho.

in Imagem do Som

(…) prova absoluta do espírito de colaboração musical presente no Amplifest e que é raro ver nos restantes festivais.

in RUC

O Amplifest é um festival de música ‘alternativíssima’ e com excelente bom gosto, não para massas mas para quem gosta realmente de ‘ouvir’ e ‘sentir’ música nas suas variadas formas não comerciais.

in Fest Mag

AMPLIFEST CADA VEZ MELHOR DEIXA EM ABERTO QUINTA EDIÇÃO PARA 2015

in Porto 24

Amplifest 2014 in pictures


Photos by Cláudia Andrade, Jorge Silva, Maria Louceiro and Tifany Picas. Thank you*

Amplifest 2014: one day to go…

Poster by André Coelho

… and all you need to know is here (portuguese and english).
Safe trips and enjoy our favourite weekend of the year. See you tomorrow :-)

Speaking of Terminal Tower…

The exhibition is already decorating the walls of Hard Club’s mainfloor – if you’re around, you can already visit it.

Also, grab a drink and enjoy the view to the river from Hard Club’s patio. :)

 

 

 

Terminal Tower: Amplifest trailer

Check out the trailer above for Terminal Tower’s book and film presentation that will take place at Amplifest. The film was put together by Augusto Lado, making use of original graphics from the novel. Next saturday at 15h00 in Hard Club’s Sala 2, be there!

“Festival portuense Amplifest vende 31% de bilhetes para o estrangeiro”


O Amplifest, evento musical que assinala a quarta edição no próximo fim de semana, no Hard Club, no Porto, vendeu perto de um terço dos bilhetes para países estrangeiros, desde Espanha a Israel, disse a organização à Lusa.

Segundo dados disponibilizados pelo organizador do Amplifest, André Mendes, já foram vendidos bilhetes “de Bragança a Portimão passando inclusive pelas ilhas”, com a percentagem de entradas vendidas para o estrangeiro a fixar-se nos 30,87%, número próximo do obtido em 2013: “Nestes 30% incluem-se países como Espanha, Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Suíça, Finlândia, Áustria… até Israel”.

Incrivelmente, há um par de horas vendemos um bilhete para São Petersburgo, Rússia… Obrigado a todos por nos ajudarem a espalhar a palavra! Notícia aqui.

Pharmakon: Visceralidade real


Prestes a lançar Bestial Burden, segundo álbum pela Sacred Bones, e, mais importante do que isso, a dias de actuar no Hard Club, no Porto, no âmbito do Amplifest, Margaret falou-nos de noise, da morte e da operação a que se sujeitou no ano passado e que a obrigou a cancelar o concerto no Amplifest de 2013. O programa do evento da Amplificasom atribui-lhe 30 minutos na Sala 2 do Hard Club. Há que aproveitar cada segundo.

Excelente entrevista no Bodyspace.