Ando viciado


As influências dizem tudo:
Loud Amps, Anger, Raw Hardcore, Old Metal, Anger……………..

Poison Idea, Celtic Frost, Bathory, Bastard, Deathside, Sacrilege, Anti Cimex, Mob 47, Crucifix, Discharge, Dismember, Entombed, Nihilist, Necrophobic, Grave, Death, Autopsy, Slayer, Possesed, Master, Sodom, Kreator, Morbid Saint, Repulsion, Accept, Trouble, Black Sabbath, Danzig…

Consegue-se sentir o respirar do abrangente número de influências e não se ouve nada de propriamente inovador por aqui, no entanto este jeito de homenagem não é prejudicial. Graças à clareza e simplicidade com que denunciam as suas intenções e a uma execução incisiva e demolidora, conseguem ser obreiros de um punhado de temas variados e consistentes que lhes rendem um carácter próprio, capaz de vingar por si. O álbum flui extraordinariamente bem, mas particularmente viciante é o Death n’Roll à lá Entombed era Wolverine Blues na forma de I am beyond e Unholy virgin.

Comentários

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  1. Adriano

    Brital :D Dá vontade de ir ouvir o wolverine blues no fim!

    Fu*k!!!!!

  2. António Matos Silva

    oh crest, tu que também és do metal, por acaso não tens recomendações para mim? :D

  3. Crestfall

    As vezes que eu ouvi o Wolverine Blues…

    Que recomendações queres tu? Trve metal? :D Coisas novas?

  4. Adriano

    Por acaso o Wolverine Blues é um dos álbuns da década para mim também.

  5. naSum

    Ouvi só uma vez. Não me ficou a primeira. Tenho que ouvir outra vez e com mais atenção.

  6. António Matos Silva

    o wolverine blues é… quite something. death 'n' roll à maneira, uns pestilence mais refinados ^^

    trve metal, coisas novas, o que for que tenhas aí na rede ;)

  7. Tiago Esteves

    è o típico disco que não acrescenta nada. Cheio de lugares comuns. No entanto, é daquelas coisas que se abana a calora por ter um som contagiante.

    A mim faz-me lembrar as trashalhadas alemãs, na onda de Destruction e Desaster :D