– valeu a pena esperar anos (pelo menos dois, ouve-se falar nisto desde que a banda se chamava Vessel)– não vale a pena esperar pelos riffs de Isis ou a escuridão dos Khanate– é um álbum para se ouvir sozinho e nunca acompanhado
“In Never Out” é o nome do álbum que sairá este Inverno mas que a banda trará consigo nesta tour que passará por Portugal nos próximos dias. Segunda o site da banda, o novo trabalho mostra uma face mais escura e pesada. Eis a trackl
Elizabeth Cotten – Shake Sugaree [Smithsonian Folkways 2004]Nascida em 1893, Elizabeth Cotten foi uma autodidacta que aos oito anos aprendeu a tocar guitarra dando escapadelas ao quarto do irmão sempre que ele não estava. Não sendo destra, C
Não, não é um filme sobre a banda, mas foi aqui que os saudosos Godspeed You Black Emperor foram buscar o seu nome.Vi-o no excelente festival Dínamo em Barcelos e já que o não menos excelente blog My One Thousand Movies o recuperou, aconselho a
Andava arrumar bookmarks no pc e encontrei esta pérola. A banda é Whitehouse de William Bennet e Philip Best. O tema é o Why You Never Became a Dancer do album Birdseed de 2003. Vale a pena fazer uma pesquisa no google pelas letras deste tema.
Tim Wyskida é um dos bateristas mais interessantes no que toca ao desenvolvimento de novas ideias com as baquetas na mão. Começou a tocar aos 12, mas foi já perto dos 30 que encontrou as bandas ideiais para dar uso à sua genialidade: Blind Idiot
Amostras de novos temas da banda de “Mirrored” no açores.
A Universal Tongue volta a colaborar com Aidan Baker e lança um novo trabalho do senhor dos Nadja desta vez acompanhado de Brandon Valdivia. Segundo a press-release, o três polegadas consiste numa improvisação ao vivo entre a guitarra e a bateria
Não terá sido por isso que se notaram alguns vizinhos a espreitar à janela. Esses é mais provável que apenas quisessem uma tarde descansada, para recuperar da barulheira da noite anterior. Se calhar não moram muitos músicos nos últimos andare
Houvesse mais disponibilidade(s) e teria todo o gosto em espreitar mais deste festival que começa a deixar a sua marca na cidade do Porto. Nesta quarta edição fiquei-me pela experiência interessante e agradável mas não repetível de Robert Henk