Uma das maiores infelicidades da minha vida é ter tanto jeito para tocar um instrumento, como para fazer compotas. Nunca na vida vou escrever uma Sagração da Primavera, ou deixar um Requiem para a posteridade completar. É que nem um ‘Depois

O nosso pecadilho diário. Aquela banda ou música para a qual corremos, desesperados e necessitados, com uma base mas regular do que gostaríamos. Vá lá, todos nós temos um. Ou dois, ou três ou mais. Há uma série de coisas a que não conseguim

Obrigado ao Daniel “Sarrabulho” (já pensaste em ter um blog só teu?), à Pris, ao André Vieira e ao pessoal do Indiefrente, foram uns óptimos convidados nestes dois meses que passaram. Continuem em grande nos vossos projectos. O Tiago

Gila – Bury My Heart at Wounded Knee [WEA 1973] Na década de 70, com o progressivo no seu auge, imagino que os mais puristas tivessem dificuldade em colocar este disco na mesma prateleira. Se na sua ideologia Bury My Heart at Wounded Knee fugi

Conta a história que Duane Warr era um trabahador numa fabrica nos Estados Unidos na bonita década de 80. O rapaz tinha uma paixão pela guitarra e por heavy metal e rock psicadélico.Visto não arranjar ninguém no seu circulo de conhecidos dispos