Há dias, durante a visualização do “Midnight in Paris”, um dos diálogos referia algo que no meu entender reflecte muito daquilo que sinto em cada cidade e, particularmente, em Barcelona. A frase dizia o seguinte “Às vezes penso com

Chega o final do ano e, para onde quer que olhemos, as listas com os tops de discos e concertos são predominantes. Nada contra. Mas, esquecermo-nos dos melhores artworks ou mesmo dos melhores cartazes acaba por ser ingrato para toda a esfera de cria