(Nota: O Pedro, por estar algures entre o Iraque e o Irão, não consegue aceder ao Blogger, portanto serei eu a colocar o texto que ele me enviou por mail.) Para quem quer seguir o resto dos textos do rapaz, clica aqui. Para quem se quer amigar da s
Horseback – The Invisible Mountain from (((unartig))) on Vimeo.
Casa do Cinema Manoel de Oliveira, Porto Duas casas unifamiliares, Ponte de Lima Estádio Municipal, Braga Centro da Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança Pritzker 2010
Ainda é cedo para se falar de tops de discos, mas com o trimestre a acabar não tenho reparado em álbuns cujas capas sejam realmente boas. Diria até que alguns me desiludiram imenso e lembro-me de P.J. Harvey, OvO ou Ulver que esperava bem mais. Q
Cultura é sinónimo de civilização, sinónimo de evolução. Os escandinavos sabem disso. Enquanto que por aqui se corta no já insignificante orçamento, na Dinamarca e na Suécia são distribuídos apoios para que obras de arte nasçam. Como est
A literatura é um talvez um dos tipos de arte que mais nos recompensa assim que digerimos um livro. No entanto, a literatura é, por muitos de nós, relegada para um terceiro ou quarto plano, em detrimento de um disco ou um filme. E porquê? Talvez
Vou fazer 40 anos e, ao contrário do que alguém me disse há dias, não sou da opinião que a vida começa realmente aos 40. Os 40 são a idade mais tonta que existe. Não é carne nem peixe. Já somos suficiente velhos para ouvir o clássico ̶
Mesmo considerando sexy o som do motor dum Ferrari 360 Modena, conduzir sem ouvir música, tal e qual Johnny Marco, é algo que me é inimaginável. Preferia não ter um pneu e andar com o semieixo a roçar no chão do que o auto-rádio avariado. Voc
Caríssimas leitoras, isto não é novo e não há-de ficar por aqui, mas não me incomodando eu com rabos e seios que apareçam no grande ecrã, só com este filme pensei: cada vez que vocês vão ao cinema são raras as vezes que não são obrigada
O fim é um novo começo. É assim em todos os filmes de Sofia Coppola. As irmãs Lisbon saiem da sua prisão através do suicídio; o Bob, com a ajuda de Charlotte, deixa Tóquio preparado para aceitar a sua vida; a Marie Antoinette, apesar de tarde