Peter Brötzmann faz parte daqueles artistas embebidos em aura de radicalidade, que tantos sentimentos extremos, de paixão e repulsa, despertam. Não fosse o fato de a free music permanecer deveras marginal, o nome do saxofonista alemão rodaria
Beware the lollipop of mediocrity: lick it once and you’ll suck forever. –Brian Wilson É com o coração pesado que vos escrevo estas linhas. Como espero que o meu reduzido talento literário tenha sido suficiente para que já ten
Estava na hora! Apesar de todos os sacrifícios e obstáculos diários de uma promotora independente como é o nosso caso, passo a passo vamos fazendo coisas bonitas. Não sem os parceiros ideais e nesse aspecto estamos muito bem acompanhados. No que
There is no way to sum up nearly 20 years of incredibly important music, experiences, and evolution other than to say a big heart felt “thank you”, and that we hope this closing will provide an opening into other even more positive and re
Quando decidi aceitar o convite da Amplificasom para contribuir semanalmente para o seu blog confesso que me senti um pouco desnorteado. Nunca tinha tentado escrever para um blog nem fazia grande ideia do que haveria de escrever. Sobre a minha relaç
Os Fugazi são uma banda especial: fruto da emergência do hardcore em Washington, capital dos EUA, no início dos anos 80, MacKaye, Picciotto, Lally e Canty são os mais leais praticantes da ética DIY e, juntos, algumas das figuras mais importantes
Para estrear esta colaboração com a Amplificasom, nada como começar com uma dose dupla, e logo com uma das minhas bandas preferidas. Entrevistar Jaz Coleman é sempre uma experiência única, e gostei agora de reler estes dois textos seguidos, com
Amon Düül II – Yeti (1970, United Artists Records) Assim se cozinhou um caldeirão de música progressiva e psicadélica, um disco seminal na definição do movimento Krautrock – muito à custa de ritmos motorik, solos de guitarra e um